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Reportagens

Perigos da exposição à radiação solar

EditorPor Editor22 de fevereiro de 20086 Mins Leitura
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Dados indicam raios ultravioletas sobre o Estado em nível 11, risco extremo, o que deve aumentar os cuidados com o sol

Há algum tempo se fala sobre a diminuição da camada de ozônio (filtro que protege a terra da radiação solar), mas para muitas pessoas a gravidade de ficar exposto ao sol ainda não é clara. Em pleno verão, a praia é o local preferido para as férias. Preocupada com os riscos provocados pela radiação solar, a ambientalista Dione Moraes, pesquisou e coletou dados que revelam índices preocupantes.

“O que é mostrado na TV são pessoas se divertindo alheias ao perigo ao qual estão expostas. Em alguns momentos são apresentadas dicas de como se proteger, mas elas não fogem muito às recomendações usuais, como cuidados com a hidratação, ao uso de protetor solar. Mas, nenhuma informação mais específica é fornecida, como por exemplo, os índices ultravioleta e a respectiva escala de medição que varia de 01 a 14, para que tenhamos uma noção ao que estamos expostos”, salienta Dione.

A escala de níveis de radiação solar citada se refere aos raios ultravioletas que ultrapassam a camada de ozônio e incidem sobre a terra. Então os níveis são medidos de acordo com a concentração de ozônio, altitude da localidade, horário do dia e condições atmosféricas e a escola varia de 1 a 14. Os índices de 1 a 2, a exposição é considerada baixa, de 3 a 5 moderada, de 6 a 8 alta, de 9 a dez muito alta e de 11 em diante extrema.

Extrema exposição aos raios solares

Levantamento feito pelo Centro de Previsão do Tempo e Pesquisas Climáticas (CPTEC) indica que a incidência de raios ultravioleta (UV) no Rio Grande do Sul oscila entre a pontuação 11 e 14, o que representa extrema exposição. O litoral gaúcho é uma das áreas mais afetadas. Para se ter acesso aos níveis de radiação solar, diariamente, acesse o site do Ministério da Ciência e Tecnologia http://www.cptec.inpe.br/

A cor azul indica que a espessura da camada de ozônio sobre a terra não filtra mais os raios UV-B. Quanto mais escuro menor a espessura, até representar o buraco localizado na Antártida. A diminuição da camada de ozônio tem como fator principal os gazes CFCs (clorofluor-carbonetos) lançados na atmosfera, além de outros provenientes do aquecimento global. Para saber sobre as condições de espessura do ozônio sobre a terra, acesse os vídeos: http://ozonewatch.gsfc.nasa.gov/multimedia/index.html

Existem muitas pesquisas e trabalhos sobre o assunto, mas vale destacar uma realizada pelo Dr. Marcelo de Paula Corrêa sobre o Preço da Exposição ao Sol no Brasil. Entre outros assuntos, o médico aborda os efeitos da radiação UV nos seres humanos e suas conseqüências sociais, milhões de novos casos por ano no mundo de câncer de pele e melanoma.

A especialista em Física das Radiações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Física da PUC-RS, dra. Mara Regina Rizzatti, alerta sobre cuidados com a exposição ao sol. Ela afirma que mesmo com protetor solar, as pessoas não devem se expor aos raios solares quando o índice UV for igual ou superior a 11. Além disso, diz que de forma alguma, deve-se tomar banho de sol entre 11h e 17h. Em 2006, foi o nível mais alto registrado, em 23 de novembro, marcou nível UV-B 18 em Porto Alegre, medido pela pesquisa coordenada por Mara.

2202 uv2

O Boletim de Ozônio Antártico, da Organização Meteorológica Mundial, diz que de 19 de julho a 1º de dezembro de 2006, a deficiência média de ozônio sobre o hemisfério sul bateu recorde, foi a pior dos últimos dez anos. Entre 21 e 30 de setembro, nos dias mais críticos, o buraco chegou a uma dimensão de 27,5 milhões de quilômetros quadrados. O buraco continua situado próximo a esta região do continente, Rio Grande do Sul e arredores, o que significa que, sem o “filtro” da camada de ozônio, toda a carga de raios UV-B emitida pelo sol está passando direto pela atmosfera.

A pesquisadora afirma que é real quando as pessoas dizem que sentem a pele “queimando”, especialmente nos primeiros horários da tarde, porque a pele delas realmente está recebendo todo o impacto dos raios ultravioleta mais danosos para os seres vivos, que podem causar catarata e desordenar o DNA celular, chegando à formação do câncer de pele.

A ambientalista Dione ressalta que fica muito preocupada quando vê as pessoas se expondo ao sol, porque como os sintomas mais graves não são imediatos, demoram em média, cinco anos para aparecem, as pessoas continuam se expondo ao perigo.

Dicas para se proteger do sol

•Evitar o sol das 10h – 16h.

•Usar sempre bloqueador solar com fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo, reaplicando depois de nadar ou transpirar.

•Usar óculos de sol escuros com fator de proteção para raios UVA e UVB.

•Batom ou creme labial que tenha fator de proteção solar.

•Nas atividades cotidianas, entre 10h e 16h, usar roupas que ofereçam maior proteção ao corpo, braços e pernas, não esquecendo o chapéu, boné, óculos escuros e bloqueador solar.

•Os guarda-sóis só filtram até 30% da radiação de ultravioleta, sendo necessário cuidar dos horários e aplicar protetor solar mesmo ficando na sombra. Além disso, a areia reflete os raios solares.

•Evitar o bronzeado artificial por radiação UVA, pois a técnica pode ocasionar queimaduras e envelhecimento cutâneo prematuro, potencializando o risco de desenvolvimento do câncer de pele.

•Consultar o Índice Ultravioleta (IUV) antes de se expor ao sol.

•O cuidado com as crianças deve ser redobrado e mesmo próximas à água, devem ficar na sombra durante a maior parte do tempo.

Dione também aponta problemas culturais, econômicos e estéticos para a falta de cuidados com a exposição ao sol. “Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia quase 70% da população brasileira se expõe ao sol sem usar protetor solar. A falta de informação sobre os reais perigos e o elevado preço do produto, torna-o inacessível à população que mais necessita dele, como camelôs, ambulantes, agricultores, etc”, diz.

Em prol da saúde, mudanças de estilo de vida devem ocorrem em relação à exposição ao sol. É importante salientar que o sol é necessário à saúde, mas sempre com proteção e até as 10 horas da manhã. A prevenção do câncer de pele resulta em maior bem-estar social, tratamentos menos traumáticos e mais eficazes.

“Através de e-mails, tenho divulgado dados sobre os perigos da exposição à radiação solar. Percebo, porém, que essas informações são importantes demais e que devem ser divulgadas, levadas ao conhecimento dos gaúchos, principalmente, para que possam decidir, conscientemente, quanto ao seu comportamento em relação aos níveis de extremo alto risco de radiação solar que incidem sobre a superfície da terra”, finaliza Dione.

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