Regra valeria para os representantes da sigla de São Paulo, José Genoino e João Paulo Cunha, uma vez que estes foram condenados pelo STF.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias – CDHM, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), ignorou o apelo feito nesta quarta-feira, nove de abril, pela maioria dos líderes da Câmara para que ele renunciasse ao cargo. Feliciano é acusado de racismo e homofobia e também de estelionato.
A condição do pastor para renunciar à presidência da comissão, que não foi aceita, exigia que o PT retire os deputados José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP) da Comissão de Constituição e Justiça – CCJ. Ele explica que o ato deve ser feito pois ambos os petistas foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal – STF.
O líder do PSOL, Ivan Valente (SP), acusou Feliciano de estar se “aproveitando politicamente” da polêmica. “Ele negou os pedidos para sair e se propôs a continuar. Entendemos isso como um grande desrespeito. Ele sabe que está lucrando econômica e politicamente com isso”, criticou Valente.
Na reunião dos líderes, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves(PMDB-RN), revogou o requerimento, a pedido de Feliciano, para impedir o acesso de manifestantes às reuniões do colegiado. Com isso, os próximos encontros serão aberto, mas Feliciano poderá restringir o acesso de pessoas, caso considere que isso seja necessário para o andamento dos trabalhos.
Ao final do encontro com os líderes, Feliciano pediu apenas que lhe dessem uma chance para trabalhar. O deputado disse que, desde que assumiu a presidência do Conselho de Direitos Humanos e Minorias, já perdeu seis quilos e que está “tentando viver”.
Informações de Agência Brasil
FOTO: reprodução / veja.com.br
