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Sem proteção, não tem verão! – Parte 2

EditorPor Editor24 de março de 2009Atualizado:18 de agosto de 20096 Mins Leitura
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Como já falamos no mês passado, as estações quentes propiciam a proliferação dos parasitas que mais acometem os cães e gatos. Nessa segunda parte dessa matéria falaremos sobre as moscas, berne, miíase, bicho-de-pé, piolho e ácaros dos animais.

Algumas moscas, como as chamadas “moscas dos estábulos”, picam os cães e sugam seu sangue, o que gera dor, irritabilidade e, em alguns casos, oto-hematomas (acúmulo de sangue sob a pele da orelha). O cão chacoalha muito a cabeça e há formação de crostas negras de sangue nas pontas das orelhas. O melhor modo de prevenir esse tipo de infestação é o uso de medicamentos ectoparasiticidas ou sprays, unguentos e pomadas com ação repelente e cicatrizante. É importante também recolher as fezes dos animais, o que quebraria o ciclo de vida da mosca, já que muitas vezes ela coloca seus ovos nas fezes. Essa mosca também pode veicular os ovos da mosca do berne.

berne

O berne é uma larva de mosca que se desenvolve no tecido subcutâneo do animal. É comum o surgimento em pessoas que frequentam o campo ou matas. A mosca do berne vive apenas 24 horas. Na época de postura (estações quentes), a mosca do berne captura outro inseto e deposita seus ovos na região do abdômen do mesmo. Quando esse inseto pousa em um animal ou pessoa, a larva rompe o ovo e ao atingir a pele, faz uma pequena perfuração e penetra no tecido subcutâneo. O orifício permanece aberto o tempo todo, pois é por ele que o berne respira. A larva provoca dor, coceira, e edema na pele. O tratamento se constitui na extração da larva (que só deve ser feito por um médico veterinário) e a prevenção se dá com o uso de medicamentos que impedem a infestação por berne, recolhimento diário das fezes do animal, correto acondicionamento do lixo e limpeza dos locais onde os cães ou gatos ficam. Também podem ser usados repelentes à base de citronela para manter as moscas distantes.

Outro mal que a mosca pode causar é a miíase, mais conhecida como bicheira. A miíase é causada pelas larvas das moscas conhecidas como varejeiras, que infestam tecidos mortos, infectados ou tecidos vivos. As moscas depositam nas feridas abertas ou mesmo em lesões de pele, ovos que irão se transformar em larvas, que por sua vez irão se alimentar do tecido cutâneo podendo atingir a musculatura e até mesmo os órgãos dos animais ou pessoas. O tratamento é feito através da remoção das larvas e do uso de antissépticos. Para prevenir, é importante proteger as feridas abertas com sprays repelentes e medicamentos que impedem o desenvolvimento das larvas.

Os animais, assim como o homem, também podem contrair o popular bicho-de-pé (Tungíase), que na verdade é uma pulga muito pequena, que habita solos arenosos e secos e se aloja na pele. A fêmea grávida penetra totalmente na pele, ficando apenas com a parte posterior livre para poder respirar e colocar seus ovos. Elas atingem principalmente os coxins (almofadinhas das patas) e espaços interdigitais. Os animais sentem dor ao andar e coceira, além de a infestação poder facilitar infecções graves, como o tétano. O tratamento preconiza a remoção da pulga, antissepsia do local, evitar passeios em locais onde circulem muitos animais e uso de calçados, no caso das pessoas.

Os piolhos também podem causar danos severos à saúde dos animais. São transmitidos através do contato direto com animais infestados ou por fômites (objetos) e não sobrevivem muito tempo longe de seus hospedeiros. A espécie de piolho que infesta os cães e gatos não é a mesma que infesta o homem (piolho do couro cabeludo e o “chato”), portanto não há transmissão de um para o outro. Existem os piolhos sugadores, que causam anemia e debilidade e os mastigadores, que se alimentam de restos celulares da pele. Os animais infestados têm um característico cheiro, conhecido como “cheiro de rato”. Também podem transmitir vermes intestinais e causar dermatite alérgica, aquela mesma causada pela pulga.

O tratamento e prevenção se baseiam no uso de medicamentos ectoparasiticidas. A época de maior ocorrência do piolho se dá nos meses frios, o que o torna uma exceção diante dos outros parasitas, mas mesmo assim deve ser prevenido durante o ano todo.

Por fim, existem ainda os ácaros, que causam as famigeradas sarnas, uma das mais importantes e frequentes doenças dos cães e gatos. São divididas em três tipos, de acordo com o agente causador: sarna sarcóptica, sarna demodécica e sarna otodécica.

A sarna sarcóptica ou escabiose é causada por um ácaro que provoca escavação superficial da pele. Caracteriza-se por coceira intensa, crostas, escoriações, pápulas (semelhantes a picadas de mosquitos) e queda de pelos que inicia nas extremidades, orelhas e abdômen respectivamente, podendo afetar o corpo inteiro do animal. Os animais acometidos geralmente são animais de rua ou animais que vivem em abrigos, os quais podem transmitir a outros animais através do contato direto ou através de objetos (camas, casinhas). Esse tipo de sarna é transmitido para os seres humanos, causando coceira intensa.

A sarna demodécica ou demodicose é produzida por um ácaro que habita naturalmente a pele dos animais. Geralmente acomete animais imuno-deficientes, como filhotes (que herdam essa característica dos pais e contraem a doença através do leite materno) ou idosos (imuno-deficientes em decorrência de outras doenças). Essa sarna não é transmissível para outros animais nem para o homem. Também se inicia com lesões localizadas que se disseminam, como queda de pelos, coceira, crostas, áreas avermelhadas e um aspecto envelhecido da pele. Evolui para infecções secundárias devido ao ato de coçar, com pus e um odor característico repugnante. Nesse estágio a cura se torna difícil e o animal pode morrer em pouco tempo. O diagnóstico é realizado através de um exame de pele (assim como na sarcóptica) e o tratamento com ectoparasiticidas costuma ser longo. A sarna demodécica geralmente é recidivante.

Já a sarna otodécica afeta os ouvidos dos cães e gatos. É caracterizado por um acúmulo de exsudato (secreção) de coloração marrom-escura nos condutos auditivos, provocando coceira, queda de pelos e escoriações nas orelhas e cabeça, bem como oto-hematomas, devido à constante agitação da cabeça. O tratamento é feito através da limpeza do conduto com soluções específicas e uso de pomadas otológicas ou outros medicamentos ectoparasiticidas (os mesmos usados para o combate às pulgas, carrapatos, piolhos, etc).

Assim encerramos esse longo informativo sobre parasitas. Como já fora dito anteriormente, a prevenção é a melhor maneira de evitar esses seres indesejados que nos causam tantos problemas. Protegendo nossos animais, também estaremos protegendo a nós mesmos.

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