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Filhos não são mandões. Pais é que são obedientes…

EditorPor Editor11 de fevereiro de 20084 Mins Leitura
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A frase da psicóloga Rosely Sayão é uma brincadeira com a complexa tarefa enfrentada por pais e professores: educar com limites!

Apesar de se ouvir bastante sobre o tema, é possível observar que muitas dúvidas ainda aparecem no dia a dia da relação de pais e filhos, ou professores e alunos: Como devo apresentar os limites aos meus filhos/alunos? Em quem momentos devo estabelecer regras? Será que não estou exagerando?

Em primeiro lugar, para responder estas perguntas precisa-se ter clareza quanto ao objetivo que se tem ao ensinar as crianças a reconhecer os seus próprios limites e os limites do outro, e isso inclui compreender que nem sempre se pode fazer tudo o que se deseja e na hora que se quer.

É necessário que a criança interiorize a idéia de que poderá fazer milhares de coisas que deseja, mas nem tudo e nem sempre. Dessa forma ela aprende a valorizar momentos, pessoas e objetos como sendo únicos e importantes. Aprende a identificar suas reais necessidades para que no futuro saiba fazer escolhas de forma independente e responsável.

O segundo ponto importante quanto aos limites é compreender que eles devem ser aprendidos. Parece óbvio que nenhuma criança nasce sabendo o que pode e o que não pode fazer, mas muitos adultos parecem não considerar esta realidade quando precisam ensinar os limites.

Como todo aprendizado, o estabelecimento de limites precisa ser repetido, reforçado e mantido com firmeza, coerência e paciência. E estas talvez sejam as principais dificuldades no dia a dia com as crianças.

Para que esta tarefa fique mais fácil e menos carregada de culpa é importante que enquanto pais de crianças menores de 6 anos possa-se entender que estabelecer limites aos filhos pode ser muito mais eficaz se levarmos em conta que as crianças passam por diferentes fases ao longo do seu desenvolvimento, e que por este motivo também tem necessidades diferentes em cada faixa etária. Atitudes que às vezes podem parecer teimosia ou desafio muitas vezes são apenas um sinal de que os filhos estão crescendo ou de que naquele momento não conhecem outra maneira de lidar com as emoções e desejos.

No caso de crianças na primeira infância é fundamental entendermos que elas estão no início do processo de socialização, por isso tem que aprender todas as regras sociais como: dizer ao outro que estão insatisfeitas, ou que querem um brinquedo, etc. Da mesma forma ainda experimentam emoções de uma maneira muito forte e por isso algumas vezes tem dificuldade em controlá-las.

Por exemplo, frente às tentativas de estabelecimento de limites por parte de pais e professores, as crianças menores de 4 anos podem reagir através de gritos e de demonstrações de raiva ( podem bater as mãos, jogar-se no chão) esta atitude não significa que os pais estão sendo pouco eficientes mas talvez que esta seja a forma que uma criança menor de 4 anos conhece para demonstrar sua frustração. Com o passar do tempo, se os pais mantiverem uma postura firme a criança conseguirá demonstrar seu sofrimento de forma mais elaborada porque terá desenvolvido outros recursos para lidar com as situações nas quais se depara com limites.

É essencial compreender que as crianças estão construíndo sua forma de se relacionar com o mundo a sua volta, e que estão aprendendo como fazer isso. Ou seja, em cada faixa etária as crianças testam a própria capacidade de lidar com as frustrações, aprendem formas mais eficazes de dizer o que sentem e o que desejam ao mundo e descobrem que através das regras também são atendidas e respeitadas pelo outro.

É preciso que os pais e professores possam aceitar as reações de agressividade e sofrimento das crianças perante suas frustrações, de maneira a permitir que eles se desenvolvam. E compreender que as crianças só conseguem desenvolver estas capacidades quando através do estabelecimento de limites ou regras tem a oportunidade de se confrontar com obstáculos e dificuldades para, a partir daí, encontrar novas soluções a alternativas.

Proteger a criança do sofrimento ocasionado pelo estabelecimento de limites pode prejudicar o desenvolvimento de atitudes saudáveis frente aos desafios e oportunidades durante a vida.

Por isso, a brincadeira no título deste artigo. Na verdade todas as crianças em algum momento testam “ser mandonas” e cabe aos pais ou professores escolher se aproveitarão esta oportunidade para ensiná-las que existe hora, lugar e responsabilidades até mesmo para ser “mandão”.

1302 familia

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