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Reportagens

Características da arquitetura gótica da Idade Média que aparecem na Igreja da Ascensão

EditorPor Editor21 de abril de 20086 Mins Leitura
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As características da arquitetura gótica européia que podem ser encontradas também na Igreja Ascensão são: o verticalismo, as abóbadas de arcos cruzados, paredes leves e finas, contrafortes, torres, agulhas, portas principais com arqueovoltas, janelas compridas, finas e com vitrais.

Para Gozzoli, os arquitetos góticos eram dominados pela idéia de verticalidade, por isso procuraram compor uma estrutura mais pontiaguda que tendesse para o alto. A abóbada sustentada por uma cruzaria ogival foi à solução encontrada. Este tipo de abóbada, “é composto por arcos ogivais, os quais são agudos e apontam para o alto, as nervuras também são em ângulo agudo e o fecho da abóbada se encontram num ponto mais elevado em relação ao da abóbada de cruzaria” (GOZZOLI, 1984, p.12)

Leia também:

Igreja Ascensão pode virar Patromônio Histórico da Cidade

A construção de uma igreja gótica em Novo Hamburgo

O Neogótico

No interior da Igreja da Ascensão é possível notar no teto as arestas/nervuras (estruturas que suportam o peso da abóbada e se cruzam na forma de um X, a dividindo assim, em quatro partes), que se encontram no ponto mais alto, o qual é chamado de chave da abóbada. Contudo, podemos notar que esse tipo de abóbada é mais simples que algumas igrejas em estilo gótico construídas na Europa, pois os arcos ogivais encontram-se no alto e se apóiam em contrafortes, as quais só são vistas do lado externo. Ao contrário do que acontece na Sinagoga de Praga, na República Tcheca, por exemplo, onde de cada capitel das meias colunas junto à parede, sai um arco toral que delimita a abóbada de cruzaria e as nervuras que recebem o seu peso; e o contrário também da catedral de Colônia, na Alemanha, a qual possui sucessivos pilares e arcos para sustentar a abóbada.

Essa diferença é verificada, porque a Igreja da Ascensão possuiu uma nave única, típica do estilo gótico catalão (da cidade da Catalunha, na Espanha) não uma nave central e outras duas colaterais como se verifica na maioria das igrejas góticas da Europa, e, pelo próprio fato dela ser menor que as igrejas góticas européias, não necessitou de pilares e arcos torais internos para ajudar na sua sustentação.

As forças verticais se distribuem pelas paredes da Igreja da Ascenção, os impulsos horizontais são contidos através do uso de contrafortes, os quais podem ser observados do lado externo. Entre cada contraforte existe um vão e, nesse vão, encontra-se uma grande janela. Esses elementos são muito comuns nas construções góticas da Idade Média e servem para libertar as paredes do esforço. Deste modo, se ganha mais espaço interior garantindo uma sensação de leveza, que é acentuada pela verticalidade da construção.

2204 torre

Outros componentes adicionais conferem a Igreja da Ascensão características da arte gótica européia. A grande torre localizada na lateral direita, sublinha o lançamento vertical da obra, característica essa que pode também ser observada nas catedrais da Île-de-France, por exemplo. A torre da igreja hamburguense possuiu grandes aberturas, parecidas com janelas, que correspondem ao plano dos sinos. A ponta da grande torre e das duas torres menores, localizadas na entrada da Igreja da Ascensão, tem formato cônico, um dos estilos mais comuns das agulhas em estilo gótico.

Ainda falando do exterior da Igreja da Ascensão, podemos observar que algumas linhas verticais são traçadas em cima da porta de entrada e também na metade da grande torre. A porta de entrada e a porta da grande torre lembram os portões da catedral de Notre-Dame de Paris, que possui arqueovoltas, as quais dão idéia de profundidade. Outro destaque são os detalhes encontrados em volta das portas principais. Eles lembram motivos florais, detalhes estes que também são encontrados no estilo gótico europeu.

2204 arque

A importância da nave central está na sua largura e na altura, quanto maior a altura da nave central mais intensa será a iluminação do interior. Para aproveitar essa iluminação, as construções góticas aderiram aos grandes janelões de vidro, chamados de vitrais. Os vitrais são compostos por diversos pedaços de vidros coloridos que combinados formam desenhos. Geralmente as imagens que eles formam são geométricas ou representam uma passagem bíblica ligada ao Antigo e Novo Testamento.

Das portas para dentro busca-se a unidade, a continuidade, para que a luz que se infiltra pelos vitrais seja uniformemente distribuída. Em virtude dessa concepção de espaço interior produz-se a paulatina transformação das paredes em vitrais. Como a luz emana dos elevados janelões, o sentido ascensional converte-se em outro dos fatores consubstanciais da arquitetura das catedrais góticas (BRACONS, 2005, p.25)

Todas as 12 janelas laterais (seis de cada lado) da nave única da Igreja da Ascensão e as cinco janelas que compõem a abside (onde fica o altar) são subdivididas em duas lancetas. Essas janelas são altas, estreitas, possuem vitrais coloridos e a sua parte superior é composta por rendilhados, que coroam a janela através da estrutura geométrica simples dos triófilos e das rosáceas.

A função dos vitrais não é apenas decorativa, eles têm caráter estrutural ao dar sentido para a formação arquitetônica do espaço interior, ao iluminarem a igreja. Conforme Bracons (2005, p.70), “os espaços hierarquicamente mais importantes são reservados para os temas essenciais” e isso se percebe na Igreja da Ascensão. Os vitrais fazem com que as histórias do evangelho se tornem presentes.

2204 detalhes

Os três vitrais centrais, que ficam na abside, ilustram a ascensão de Cristo aos céus, tema que confere o sentido do nome da igreja. O vitral do lado esquerdo interpreta “A pesca Maravilhosa”, retirada do livro de Lucas, e o do lado direito “O Bom Pastor e as Ovelhas”, do livro de João, ambos do evangelho do Novo Testamento. Já os 12 vitrais laterais não possuem temas religiosos na sua composição, apenas formas geométricas. As cores dos vitrais são intensas, predominando o vermelho, o violeta, o verde e o púrpura.

Nesta sucinta análise pudemos perceber que a Igreja da Ascensão possuiu diversas características que a definem como pertencente ao estilo neogótico. Cabe agora aos moradores de Novo Hamburgo preservarem essa bela obra de arte, que não é apenas um ponto turístico, mas também uma construção que ajuda a contar a história da cidade.

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