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Comportamento

As fases do casamento e a bicharada

EditorPor Editor26 de abril de 2007Atualizado:24 de setembro de 20093 Mins Leitura
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As fases do casamento e a bicharada

Há um ano, estava ouvindo meu amigo Carlos Molina (que não é meu amigo lá do interior), meu mestre e ídolo em relação a muitos assuntos relacionados à terapia de casal. Falava das etapas do casamento de uma maneira que lhe é peculiar no que diz respeito a metáforas, e uma maneira lúdica e divertida, e principalmente, pelo jeito afetivo e não intelectualizado.

Ele contava que o casamento passa por fases. Eu penso que algumas vezes o casamento passa por fezes também. Quando achamos que tudo está uma M. Mas fezes, como as pessoas do interior sabem, são adubo.

Mas, voltando ao Molina, este dizia que a primeira fase da mulher é a fase de golfinha. Vê se você consegue visualizar e entender o que conto. Estando duas semanas atrás em Fernando de Noronha, essa história de golfinha ficou bem clara para mim. Elas pulam prá cá, prá lá, dão rizinho o tempo todo, piruetas no ar, e tem aquela cara alegre e satisfeita.

Geralmente, na primeira fase de casamento do homem, ele é um macaco. Precisa dizer mais? Faz brincadeiras o tempo todo, salta para todo lado. Mostra todos os dentes, com certeza não de brabo, e trepa em todo o lugar. Imaginem uma golfinha e um macaco se apaixonando? Que festa!

Porém, por coisas normais de vida e do casamento, a mulher passa para a segunda fase. A fase da jabota (a mulher do jabuti). É bem o que você está pensando: a casa, os filhos, o mundo nas costas. Voltada para baixo e para dentro de si mesma.

Nesta fase, o homem se torna um lobo. Não aquele que sai para comer as chapeuzinhos vermelhos, mas aquele que sai para garantir a comida do bando todo. É a sobrevivência e a seriedade necessária quase que obrigatória.

Depois vem a terceira fase. A mulher de tanto ser jabota vira arara. Fala, fala, fala e, quanto mais grita, mais o homem vira tatu. Quanto mais grito, mais ele cava e entra no buraco e fica lá.

Elas me dizem: “Cris, ele tem o casco duro, não adianta nada tentar chegar até ele”. Sempre respondo que o peito do tatu é mole. Nestas circunstâncias, não é raro as mulheres hoje em dia se transformarem em galinhas, indo ciscar em outras terras. Não é raro os homens buscarem se sentir melhor, rejuvenescidos, e se transformarem em garanhões.

O ideal? Penso que todas as fases são importante e que devem ser mescladas. Nenhum casamento sobrevive eternamente com um macaco e uma golfinha. É preciso coisas práticas que só uma jabota e um lobo podem conseguir. Nenhum casamento é feliz se unicamente se é uma jabota e um lobo. É preciso sim, em alguns momentos virar uma arara e gritar, como é preciso ser um tatu e ficar só por momentos no escuro interno. Quanto mais as fases forem mescladas, melhor.

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