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Especial

Amor Incondicional: A luta de Cláudia por um coração para Rodrigo

Por 9 de maio de 20126 Mins Leitura
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09.05 Mães
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“A maior alegria da minha vida foi quando o cirurgião disse: já tem coração corintiano batendo no peitinho dele”, define a mamãe.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Dando sequência à série de histórias que o novohamburgo.org escolheu para publicar em homenagem ao Dia das Mães, nesta quarta-feira é a vez de Cláudia e Rodrigo.

Quando ainda era bebê, o filho de Cláudia foi diagnosticado com problema no coração. Teve que ser submetido a um transplante e o novo coração veio de outra criança. “A maior alegria da minha vida foi quando o cirurgião disse: já tem coração corintiano batendo no peitinho dele”, conta ela.

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Amor Incondicional: A história de Paula e Luana, as mães de Beatriz

A luta da bancária Cláudia Regina de Melo Marques começou antes mesmo do segundo filho nascer. Ela já era mãe de um menino de seis anos quando decidiu engravidar novamente. Nas duas primeiras gestações sofreu abortos espontâneos. Cláudia não desistiu e, finalmente, em dezembro de 2003, deu à luz Rodrigo de Melo Marques.

Aos 10 meses, o bebê foi diagnosticado com pneumonia e passou a ser internado frequentemente. Só que o pior ainda estava por vir…  “Quando ele começou a andar percebi que sempre ficava com a boquinha roxa e a barriga cresceu demais, de uma hora para outra. Depois de fazer exames foi constatado que ele tinha um problema no coração”, conta.

Após dois anos de medicamentos fortes, o menino começou a passar muito mal e foi internado no Hospital das Clínicas, em São Paulo, para tentar um transplante. A partir desse momento, Cláudia e o marido armaram uma verdadeira corrente de fé e esperança para salvar o filho, na época com três anos. 

Foram sete meses e meio de muita angústia, choro e desespero. Embora estivesse consciente, Rodrigo não compreendia porque não operava logo e ia para casa. “Ele perguntava: mamãe, porque está demorando tanto para o meu coração chegar? Já chegou para o Nélio e para a Giovanna [crianças que também estavam internadas]. Eu explicava que cada um tinha o seu dia, que precisava ter o mesmo tipo de sangue, mas que o dele também ia chegar”. 

Os dias passavam e as veias, que não recebiam o sangue, iam se entupindo. “Já não tinha mais onde cortá-lo. Fora que ele teve de sair da fila duas vezes por causa de infecção”, afirma a bancária. 

Em casa, o primogênito Vinícius, que tinha 10 anos, sofria com a ausência da mãe. “Ele ficou com a avó e só vivia pelos cantos porque só podia me encontrar aos sábados, quando eu conseguia uma liberação para ele entrar no hospital.” 

Em novembro de 2007, as esperanças se renovaram com a chegada de um coração, porém o órgão não era compatível. “Depois disso ele fez uma cirurgia para colocar um cateter e os médicos disseram que seria a última tentativa. Lembro que uma médica até sugeriu que ele saísse da fila e fiquei revoltada. Eu disse que se ele iria embora de qualquer jeito ia tentar até o fim e meu filho continuou na fila”, conta emocionada. 

Quando completou quatro anos, em dezembro do mesmo ano, Rodrigo ganhou uma grande festa na UTI. “Foi muita gente, desde o pessoal da limpeza até os cirurgiões. Na época eu não sabia, mas depois me disseram que eles achavam que seria a última festa de aniversário do meu filho porque nenhuma criança consegue aguentar tanto tempo na fila. Geralmente ficam 50 dias, no máximo, e ele aguentou sete meses e meio.” 

No mesmo dia em que fez aniversário, uma menina de cinco anos, de Bragança Paulista, no interior da capital, engasgou com uma uva e 10 dias depois não resistiu. Foi justamente este coração que salvou a vida do pequeno Rodrigo. “Desde que entramos naquele hospital eu e ele vimos morrer todas as crianças, de oito a 10, mas em momento nenhum eu perdi as esperanças”, afirma a mãe. 

Apesar da confiança, Cláudia admite que em determinado momento bateu um desespero. “Eu não aguentava mais vê-lo sofrer com tanta cirurgia, então falei para Deus que se tivesse de ser meu, que ele fosse curado, e se tivesse de ser dele para levar embora logo”, confessa aos prantos.  

O transplante ocorreu com sucesso na noite do dia 12 de dezembro de 2007. Cláudia lembra que se preparava para tomar banho quando uma enfermeira apareceu chamando os pais de Rodrigo. “Lembro que falei para o meu marido: só pode ter acontecido alguma coisa, ele morreu. Porque achei que foi tudo muito rápido. Quando cheguei na sala vi o médico já em pé, com a mochila nas costas, desabei. Disse: pronto, ele não resistiu mesmo. A maior alegria da minha vida foi quando o cirurgião disse: já tem coração corintiano batendo no peitinho dele”, revela com a voz embargada. 

Durante o pós-operatório, Rodrigo entrou em depressão por ser obrigado a ficar trancado em um quarto totalmente escuro, sem ver a luz do dia. “Ele perdeu totalmente a noção do tempo e passou três noites e dois dias sem dormir. Além disso, ficava se beliscando, arrancando as casquinhas dos machucados provocados pelas cirurgias. Foi ai que eu insisti com a médica dizendo que ele não estava bem. Veio um psiquiatra e falou que ele só precisava sair daquela sala urgentemente. Foi só dar uma volta em outro andar que o menino já voltou outro”, conta. 

Neste período de internação, a bancária só voltou para casa duas vezes e chegou a passar até dois dias sem tomar banho. “Eu dormia em uma cadeira ao lado da maca. No início comia no hospital, até que me chamaram para dizer que minha conta já estava em dois mil reais porque o convênio não cobria como nos outros hospitais e não me avisaram. Passei a comer só quando minha mãe trazia ou quando sobrava da comida do Rodrigo.” 

Seis meses após a operação, Cláudia teve um encontro com a família da menina que fez a doação. Ao ser questionada sobre o que sente pelos pais da criança, ela volta a se emocionar. “Não tenho nem como agradecer, só Deus mesmo. Em um momento tão difícil, da perda de uma filha tão novinha, que era a caçula deles, esses pais ainda tiveram cabeça para pensar nos outros. O pai disse que viu a reportagem sobre o Rodrigo na TV e falou: por que não salvar essa vida? Eles doaram todos os órgãos e acho que salvaram umas 15 crianças”, afirma. 

FOTO: reprodução / band

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