Titular da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer apresentou impactos do Mundial na economia gaúcha em Novo Hamburgo.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
A política do esporte no Rio Grande do Sul vai perpetuar para além da Copa do Mundo 2014, pois representa 0,4% do PIB. É o que afirmou o secretário Estadual de Esporte e Lazer e coordenador geral do Comitê Gestor da Copa 2014 RS, Kalil Sehbe, na segunda-feira, dia 19, em Novo Hamburgo.
Na ocasião, o titular da pasta apresentou os impactos do Mundial na economia gaúcha à Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha – ACI-NH/CB/EV. “Atualmente já temos mais de 300 mil empregos diretos envolvidos com o tema”, pontua. “Se não fosse algo tão positivo, todos os países não estariam querendo realizar uma Copa do Mundo.”
Segundo Sehbe, “média de consumo de cada visitante gira em torno de 13 mil e quinhentos reais”. “Faltam menos de 600 dias e no RS teremos cinco jogos, com a possibilidade de recebermos pelo menos nove seleções. Portanto, os desafios e as oportunidades são muitas.”
Novo Hamburgo não está na lista de 80 municípios até agora recomendados pela FIFA no Brasil para as seleções ficarem – sete já autorizados no estado gaúcho. A cidade pode constar no segundo catálogo. “Este é o momento para as cidades se fazerem presentes, num trabalho conjunto público e privado, na busca de mostrar o que cada município pode oferecer para as seleções e para o turista”, frisou o secretário.
Informações de De Zotti Comunicações
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