Emily Whitehead foi diagnosticada com a doença aos cinco anos, em 2010. Um ano depois ela já estava curada. Método não é 100% eficaz.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
O New Engand Journal of Medicine publicou nesta semana um estudo que abre espaço para o tratamento de uma forma de leucemia. Também conhecida como leucemia linfocítica aguda – LLA, a doença é considerada como “muito complicada” para os médicos. Uma equipe de profissionais da área da saúde da Pennsylvania, nos Estados Unidos, conseguiram curar uma criança através de um método de reprogramação das células da defesa.
A garota Emily Whitehead foi diagnosticada com a doença em 2010, quando tinha apenas cinco anos. Já que os tratamentos convencionais não estavam funcionando, seus pais resolveram tentar método experimental. Ele consiste em alterar geneticamente as células de defesa, com isso, elas passam a combater as células cancerígenas. Um ano depois, Emily permanece sem a doença.
O sistema ainda não possui 100% de eficácia em outras pessoas. Já foi registrado o caso em que pacientes acabaram morrendo, no entanto, abre espaço para a cura de outras doenças, como da mama e da próstata.
Informações de Estadão.com.br
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