O movimento acontece na próxima terça-feira, 20, com estações fechadas das 5 até as 7 horas.
Na terça-feira, 20, a operação comercial do trem terá uma parada de 2 horas. Em Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia, São Leopoldo e Novo Hamburgo Rio todas as estações ficarão fechadas das 5 horas até às 7 horas. A mobilização é liderada pelos sindicatos e pela Federação dos Metroferroviários.
O Dia Nacional de Luta da categoria é um protesto para alertar a população e as autoridades para a importância da vacinação, em caráter prioritário, de todas as pessoas que precisam sair de casa para trabalhar.
Luto Nacional
Antes, na sexta-feira, 16, é o Dia Nacional do Luto, em memória aos metroviários que morreram de covid-19 em todo o país. Em Porto Alegre, a homenagem começa às 16 horas, com um ato em frente à sede administrativa da Trensurb. A manifestação seguirá em carreata,
Ao longo do caminho, costeando a linha do trem, os pilotos que estiverem em operação farão buzinaços. Nesse dia, os metroviários estão retirarão o uniforme e vestirão preto no local de trabalho.
Lançamento da campanha para o acordo coletivo de trabalho
O Sindicato dos Metroviários do RS lança, nesta quinta-feira, 15, em live, às 19 horas, a campanha salarial mais importante da categoria. Num período nebuloso devido às perdas pela Covid, ataques aos servidores públicos e o projeto iminente de privatização, a campanha abordará os seguintes eixos: proteger a vida dos trabalhadores da Trensurb, manutenção dos direitos conquistados pela categoria e defesa do trem público.
“O momento é de luta intensa para manter os direitos e barrar a privatização. O governo Bolsonaro está deixando a conta da pandemia só para os trabalhadores”, alertou Luís Henrique Chagas, presidente do Sindimetrô//RS.
O calendário de lutas proposto pelo sindicato e aprovado em assembleia geral da categoria dia 9/4, está focado em reposição salarial, garantia dos direitos e a vacinação dos metroviários e das metroviárias.
Para os dirigentes do Sindimetrô/RS, a elite não contribuiu com nada nesta tragédia sanitária, e o governo Bolsonaro atuou para proteger os mais ricos. “Deu auxílio bilionário aos bancos, mas os pobres do país estão recebendo um auxílio, que maI paga um botijão de gás”, divulgou a entidade.
