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Novo Hamburgo

Especial | Para um futuro melhor: Hamburguenses que cuidam do meio ambiente

Por 5 de junho de 2013Atualizado:5 de junho de 20136 Mins Leitura
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Projeto de Ágatha Lottermann Selbach e Desireé de Böer Velho foi reconhecido nos Estados Unidos
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Neste 05 de junho, momento é de reflexão: entidades como o SOS Rio dos Sinos e o Movimento Roessler avaliam as perspectivas hamburguenses e o que precisa mudar no cuidado com o meio ambiente.

Gustavo Fritzen gustavo@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Desde 1972, é celebrado anualmente, no dia 05 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data tem o objetivo de conscientizar a população sobre assuntos ambientais, principalmente aqueles que tratam sobre sua preservação.

Um dos casos mais recentes de agressão em Novo Hamburgo aconteceu no dia 25 de março, quando uma mancha escura no Rio dos Sinos interrompeu a capacitação de água em Lomba Grande. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o rio é o quarto mais poluído do Brasil. O dado explica desastres ambientais como o de 2006, quando morreram mais de 86 toneladas de peixes, e alerta constantemente para a necessidade de ações pela preservação do rio.

A presidente do Movimento Ecológico SOS Rio dos Sinos, Dione Moraes, critica a falta de ações concretas e investimentos para a recuperação do Rio dos Sinos e para a solução dos conflitos de uso. “Os projetos de implantação de saneamento básicos estão em andamento em algumas cidades, porém, é um processo lento”, avalia. “Tomemos como exemplo o nosso município: as obras estão em andamento, mas isso é apenas o primeiro passo.”

OTIMISMO – O secretário do Meio Ambiente de Novo Hamburgo, Antônio Bonato, afirma que “em 2013 não morreu um único peixe”. “Novo Hamburgo está mostrando que é possível se desenvolver sem gerar degradação ambiental”, argumenta. Ele credita a realização ao controle do projeto Rio Vivo. Através de parcerias como a Universidade Feevale e a Comusa – Serviço de Água e Esgoto, há um monitoramento constante na qualidade da água do Rio dos Sinos.

200 toneladas de lixo recolhidas por dia na cidade

Mais do que uma responsabilidade de órgãos públicos, o cuidado com o meio ambiente também é um dever de empresas e dos próprios cidadãos. Realizar atos simples, como separar o lixo, por exemplo, possui um grande significado, pelo menos para um grupo formado por 240 pessoas em Novo Hamburgo: os participantes do projeto CataVida.

Entre os seus objetivos da iniciativa, está o de capacitar e organizar os catadores na cidade, além de conscientizar os moradores da cidade sobre o serviço de recolhimento. Segundo a gerente da iniciativa, Vera Rambo, são recolhidos cerca de 190 toneladas de lixo por dia no município, quantia que corresponde de 700 a 800 gramas de resíduos por habitante.

Este movimento, iniciado em 2010, trás, ao mesmo tempo, benefícios ecológicos e financeiros. Afinal, a partir do momento em que há o reaproveitamento do material, menos matérias primas são tiradas da natureza e menos recursos financeiros são gastos nestes procedimentos. Ao mesmo tempo, famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social e que participam do programa têm a oportunidade de tirar o seu sustento por meio deste.

“Estamos falando de uma mudança de hábitos, uma alteração nos costumes das pessoas”, explica Vera. Ela revela ainda que as escolas vêm se tornando um espaço para iniciar estas mudanças de hábito.

Preocupação das novas gerações

“Na criança, é fundamental desenvolver o afeto pelo meio ambiente para que ela passe a vida toda buscando conhecer e proteger a natureza na sua vida pessoal, profissional e política.” É o que defende Arno Kayser, presidente do Movimento Roessler. Ele lembra que o processo de educação deve valer também a adultos. “Se eles não se preocuparem com o meio ambiente, os jovens não vão ter muito o que fazer para contornar o caos ambiental”, projeta.

As estudantes da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha Ágatha Lottermann Selbach e Desireé de Böer Velho (foto abaixo), de Novo Hamburgo, são exemplo da importância de que consciência ecológica comece a ser desenvolvida cedo. Através da elaboração do projeto Utilização da Pseudomonas stutzeri na redução do teor de cloretos da água elas receberam o prêmio de quatro lugar na International Science and Engineering Fair – Intel ISEF, a maior feira de ciência e engenharia pré-universitária do mundo, que ocorreu nos Estados Unidos no mês passado.

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Projeto de Ágatha Lottermann Selbach e Desireé de Böer Velho foi reconhecido nos Estados Unidos

A ideia do projeto surgiu em 2011. “Nesta época, foi decretado racionamento de água na região do Vale do Sinos – e pesquisando sobre o assunto, percebemos que vários países passam por problemas maiores que este”, lembra Ágatha. Utilizando a microbiologia, o projeto premiado com o quarto lugar na categoria Gerenciamento Ambiental busca uma alternativa para todas essas questões.

Transportes públicos não poluentes e rearborização do Centro

merecem atenção, defende presidente do Movimento Roessler

Arno Kayser ressalta diversos problemas ambientais em Novo Hamburgo são decorrentes do crescimento econômico muito rápido ocorrido no município, mas que há solução. “Como resultado, temos inúmeros problemas ambientais, envolvendo desde esgoto até áreas verdes com poucos cuidados. Estes problemas vêm sendo enfrentados porque a nossa população, especialmente os mais jovens, passaram por uma grande ação de educação ambiental, formal e informal.”

Analisando o panorama hamburguense, o ecologista cita iniciativas que considera vitórias, como o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos – Comitesinos, a Central de Tratamento de Lixo e as feiras sem veneno de Lomba Grande. “Mas ainda temos que evoluir muito em tratamento de esgotos, priorização de transportes públicos não poluentes, recuperação de matas ciliares e encostas, rearborização do Centro, onde 80% das árvores sumiram ou estão doentes, e mais cuidado com áreas verdes”, reforça.

Dione Moraes concorda. “Embora a fiscalização seja um ponto crucial para a solução do problema, ela deve estar acompanhada de um amplo trabalho de conscientização da responsabilidade que cada um tem com o meio em que vive e com a vida das pessoas da nossa comunidade”, completa, reforçando a necessidade de criação de mecanismos de regulamentação quanto ao destino correto dos resíduos sólidos urbanos, de construção civil e de saúde.

FOTOS:

Felipe de Oliveira / arquivo novohamburgo.org

divulgação / Luis Eduardo Selbach

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