
Há dois meses os brotheres gaúchos estão confinados na casa mais vigiada do país e contam com a torcida e apoio da família e dos amigos
Marinês Silveira – marines@novohamburgo.org
Esta edição do Big Brother Brasil 9, trouxe três gaúchos, Francine Piaia, Flavio Steffli e Newton Siqueira, eliminado no paredão em de 10 de fevereiro. O novohamburgo.org conversou com a mãe e amigos de Francine e com a mãe de Flávio, para saber como anda a expectativa e torcida pelos gaúchos que estão na casa.
Francine Piaia é gaúcha, 25 anos, mas vive em São Bernardo do Campo e já foi eleita Miss ABCD em 2007. Ela é uma das participantes do BBB9
A cidade de Panambi noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, está apoiando a participante do Big Brother Brasil 9, Francine Piaia. Um grupo de amigos juntamente com a Savana Veículos LTDA, localizada no Centro da cidade, estão apoiando a sister.
Quando Francine foi para o paredão a revenda mandou fazer cerca de mil camisetas com um coração e nome de Fran. Na praça central da cidade foi instalado um telão, onde juntou mais de mil pessoas para ver o desfecho do paredão. O gerente administrativo da Savana Veículos, Artur Muller, disse que além das camisetas foram feitos cerca de cinco mil adesivos, que foram distribuídos na mesma noite “a cidade está em festa devido a presença da participante no Big Brother Brasil, foi colocado também uma faixa no centro da cidade em apoio a Francine”, disse o gerente.
Andréia Andrade, uma das organizadoras do grupo que está apoiando a sister, e também colega de infância de Francine, diz que a amiga é aquilo que está mostrando na casa mais vigiada do país. “A Fran é leal, sincera, amiga e super sensível, o que muitas vezes pode parecer brava” disse a amiga.

A mãe da sister Vanda Piaia, disse que sente muita saudade da filha e que chora todos os dias quando a vê na televisão. Mesmo morando longe, a mãe comenta que elas se ligavam toda a semana. “É a primeira vez que fico tanto tempo sem falar com minha filha”. Vanda acredita que a filha está mais sensível nestas últimas semanas, por ter visto o pai, que não via há quase vinte anos.
“O pai de Francine não nos procurava porque não queria, pois sempre soube onde nos morávamos, quando eu descobria o telefone dele, ele sempre trocava” disse. Ela colocou também que muitas vezes chegou a achar que ele havia morrido, e que Francine viu o pai pela última vez quando tinha cerca de 7 anos.
Ela não acredita que o romance de Max e Francine perdure. “Para mim, o Max é um jogador, mas a Francine parece gostar mesmo dele”. A mãe diz torcer muito para a filha chegar a final e acredita nisso. “Não sei se ela traz o milhão, mas com certeza vai estar na final” afirmou Vanda.

Flávio Steffli, 25 anos, natural de Caxias do Sul, trabalhava como produtor de eventos na serra gaúcha antes de ir morar no Exterior
A mãe de Flávio, Sônia Steffli, diz nunca ter imaginado viver esse tipo de situação em sua vida. “Vejo meu filho na TV e penso na virada que a vida deu. A gente está passando por situações bem diferentes do que uma professora vive como, por exemplo, ser abordada por amigas pedindo autógrafo. Jamais poderia imaginar isso” disse. Sonia confessa se achar, super extrovertida, mas às vezes,) o assédio do público a surpreende.
“Ter um filho na mídia é um orgulho e é também gratificante, estou recebendo elogios, e de pessoas que eu nem conheço”. A mãe de Flávio diz chega a lugares e é aplaudida, as pessoas declaram apoio ao seu filho para que ele permaneça no programa, prometendo participar da votação no momento oportuno.
Quanto ao “quase” romance com Maíra, ela acredita que foi uma carência afetiva e ao mesmo tempo um afeto sincero de amizade. Segundo Sônia, o filho sabe se defender e, portanto, não assume a posição de injustiçado. “Percebo que ele mantém as mesmas amizades dentro da casa”.
Quando o assunto é saudade do filho, Sônia diz não ter, porque assiste o bbb9 todos os dias. “Ele sempre está sempre falando sobre nós, eu e o pai, e acabamos tendo um contato. É diferente, mas é um contato que supre a saudade” destacou.
“Vejo o Flávio bem dentro da casa, seguindo aquilo que ele se propôs, ou seja, de participar deste jogo de forma limpa, trabalhando com a verdade, eu fico muito satisfeita”.
A mãe acredita que ele está conseguindo se manter verdadeiro e diz que para a família isso é gratificante. “Ele já está no confinamento há dois meses e está bem sensível, com saudades da família. A gente sente isso. Mas, apesar de toda a saudade, a gente tem que ter força e fé. Nós acreditamos no sucesso dele e tal segurança nos ajuda a superar a saudade”, afirmou Sônia.
