Confira alguns mitos, tendências e mistérios em torno do chocolate.

A palavra “cacau” vem de kakawa, palavra da língua mixe-zoque, utilizada na região olmeca por volta de 1000 a.C., na América Central.
A origem da palavra “chocolate” nunca foi concretamente esclarecida. No entanto, existem duas versões para explicá-la. Segundo a primeira, derivaria de chocola`j, que significa “beber chocolate juntos”. Uma outra etimologia sugere a combinação do termo maia chocol (quente) com o asteca atl (água).
Há quem diga que o chocolate é afrodisíaco. A explicação é simples. A sua natureza doce e gordurosa estimula a produção de serotonina, substância do cérebro ligada à sensação de prazer.
A moda na Europa, é o chocolate Bio. Todos os produtos utilizados na fabricação do doce são provenientes do Fair Trade (comércio justo), movimento internacional para a promoção de condições de mercado mais justas entre países consumidores e produtores de países em desenvolvimento. O cacau bruto é comprado de organizações de pequenos produtores, promovendo o cultivo biológico e a biodiversidade.
Comparado ao início da década de 1990, o Brasil teve uma queda significativa de produção e exportação de cacau. Os principais motivos desta redução foram condições climáticas desfavoráveis e, principalmente, uma praga que dizimou as plantações. Dados da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) apontam que, na safra de 1990/1991, a produção atingiu 384 mil toneladas de cacau em amêndoas e a exportação, 112 mil toneladas. Já em 2007/2008, esses números caíram para 160 mil e 764 toneladas, respectivamente.
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