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Economia

Brasil alcança menor taxa de desemprego em mais de uma década: 5,2% e novos recordes no mercado de trabalho

Por 4 Mins Leitura
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Dados inéditos do IBGE mostram o país com quase 104 milhões de ocupados e o menor índice de desemprego da série histórica. Foto: Divulgação
Dados inéditos do IBGE mostram o país com quase 104 milhões de ocupados e o menor índice de desemprego da série histórica. Foto: Divulgação
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Dados inéditos do IBGE mostram o país com quase 104 milhões de ocupados, menor índice de desemprego da série histórica, informalidade em leve recuo e sinais de recuperação robusta após anos de desafios econômicos

O Brasil encerra 2025 com um marco histórico no mercado de trabalho: a taxa de desemprego no trimestre móvel encerrado em novembro caiu para 5,2%, o menor índice desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em 2012.

Os números oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam um cenário otimista para trabalhadores e economistas. O país atingiu também um novo recorde no número de pessoas ocupadas — 103,2 milhões de trabalhadores — e registrou um contingente de desempregados bem abaixo do observado nos últimos anos.

O que os números significam de fato

A taxa de 5,2% representa apenas 5,644 milhões de pessoas procurando emprego ativamente, o menor número desde que as medições regulares começaram há mais de uma década. Essa marca supera até os melhores períodos de recuperação observados depois da crise provocada pela pandemia de COVID-19 em 2020 e 2021, quando o desemprego chegou a mais de 14% e 15 milhões de brasileiros estavam sem trabalho.

O índice de ocupação — que mede a proporção de pessoas em idade de trabalhar que estão efetivamente empregadas — ficou em 59%, outro patamar recorde para a série histórica.

Formação dos empregos e carteira assinada

Outro dado relevante que acompanha o cenário de queda no desemprego é a consolidação de empregos formais. Segundo a divulgação oficial do governo, o número de trabalhadores com carteira assinada atingiu o maior volume já registrado, com cerca de 39,4 milhões de pessoas com vínculo formal de trabalho.

Esse avanço em postos com registro formal contribui para uma maior estabilidade no emprego e acesso a direitos trabalhistas, o que tende a fortalecer o consumo e a renda das famílias brasileiras no curto e médio prazo.

Informalidade e subutilização da força de trabalho

Apesar das boas notícias, o Brasil ainda convive com desafios no mercado de trabalho. A taxa de informalidade — ou seja, de trabalhadores sem carteira assinada ou em atividades sem direitos trabalhistas completos — segue elevada, embora em leve recuo, em torno de 37,7% da população ocupada.

A chamada subutilização da força de trabalho — que inclui pessoas que procuram emprego mas não conseguem, pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e demais formas de uso parcial do potencial de trabalho — também caiu para níveis mínimos, mas continua representando milhões de brasileiros fora do pleno potencial de emprego.

Renda e perspectivas de consumo

Além da queda no desemprego, o rendimento médio real dos trabalhadores também subiu, chegando a cerca de R$ 3.500 mensais, segundo dados coletados em reportagens econômicas recentes.

Esse aumento na renda, aliado à maior proporção de trabalho formal, tem reflexos diretos no consumo das famílias, na demanda por bens e serviços e na própria dinâmica da economia brasileira em 2025.

Contexto econômico mais amplo

O avanço no mercado de trabalho ocorre em um contexto de juros elevados no Brasil — com a taxa Selic acima de 15% ao ano —, uma estratégia do Banco Central para controlar a inflação que, embora alta ao longo de 2025, vem apresentando sinais de desaceleração.

Mesmo assim, o desempenho do emprego sugere que setores como construção civil, serviços públicos, transporte e logística têm sido importantes motores de crescimento e de geração de vagas no país.

O que dizem especialistas e autoridades

Representantes técnicos do IBGE, como Adriana Beringuy, destacam que a manutenção de um nível elevado de ocupação ao longo de 2025 foi crucial para reduzir a pressão por vagas e, consequentemente, impulsionar a taxa de desemprego para mínimos históricos.

Analistas de mercado apontam que esse cenário positivo também reflete uma recuperação gradual da economia brasileira após anos de desafios — incluindo a pandemia e períodos de estagnação — e que a continuidade dessa trajetória dependerá de fatores como investimento, estabilidade macroeconômica e políticas de incentivo ao emprego.

LEIA TAMBÉM: O código oculto dos 60+ no “Bom Dia”

E agora? Quais os próximos passos?

Especialistas dizem que o principal desafio de 2026 será transformar a recuperação quantitativa em qualitativa, ou seja, garantir que os novos empregos ofereçam condições de trabalho dignas, bons salários e segurança social.

A expectativa é que a economia continue crescendo de forma moderada, com a possibilidade de novas vagas e ampliação da formalização. Porém, fatores como inflação, juros, confiança empresarial e ambiente de negócios ainda são cruciais para sustentar ganhos no mercado de trabalho.

Com informações de Agência Brasil.

Amostra de Domicílios Contínua carteira assinada desemprego IBGE Taxa de desemprego
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