Atentados foram registrados ao norte da capital iraquiana, inclusive em Baquba, antigo reduto da Al-Qaeda, e também e na cidade natal de Saddam Hussein, Tikrit. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelas ações.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
Foi lançado na manhã desta segunda-feira, dia 15, o que parece ter sido uma série de ataques coordenados no Iraque. Os atentados, a maioria envolvendo carros-bomba, mataram pelo menos 32 pessoas e deixou mais de 200 feridas.
Os ataques iniciaram pelo menos uma semana antes dos iraquianos irem às urnas no dia 20 de abril (sábado) para as primeiras eleições desde que as tropas norte-americanas deixaram o país, em dezembro de 2011. O pleito será um teste de força para o bloco político do primeiro-ministro Nouri al-Maliki e sua habilidade para manter a nação segura.
Para as autoridades iraquianas, o grupo insurgente está se fortalecendo e aumentando sua coordenação com aliados que lutam para derrubar o presidente sírio Bashar Assad. Deste modo, a falta de controle na fronteira entre a Síria e o Iraque e a cooperação com o grupo sírio Frente Nusra melhorou o fornecimento de armas e de combatentes estrangeiros para os militantes.
As ações tiveram uma abrangência ampla, já que aconteceram não apenas em Bagdá, mas também na cidade de Faluja, no Leste, em Kirkuk. A província é rica em petróleo e etnicamente diversificada, além de localidades predominantemente xiitas no sul.
Informações de Estadão.com.br
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