Ação seria possível graças a terapia eletroconvulsiva ou de eletrochoques. Um de seus objetivos seria tratar distúrbios ou transtornos pessoais.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
É possível destruir memórias específicas do cérebro. É o que indica um experimento da Radboud University Nijmegen. De acordo com o experimento, isto seria possível graças a uma terapia eletroconvulsiva ou de eletrochoques.
O uso da terapia eletroconvulsiva é realizada, na maioria dos casos, em pacientes sob anestesia. Esta técnica é feita há mais de 75 anos, mas é vista como “desumana” e “antiquada”.
Para o estudo, os médicos usaram a técnica para destruir memórias “construídas” em pessoas que tratavam por eletroconvulsivos.
PESQUISA – Os pacientes recebiam dois grupos de fotografias, contando uma história diferente. Antes da sessão de eletrochoque, eles observavam uma das duas histórias novamente, para reativar aquela memória específica. Após o tratamento os pacientes haviam se esquecido da história do grupo de fotos que tinham acabado de ver, pela segunda vez.
Os pesquisadores acreditam que o estudo possa ajudar a tratar pessoas com distúrbios como o transtorno do estresse pós-traumático. Mesmo que a eficácia da técnica seja comprovada, ainda há questões sobre as justificativas e implicações da prática.
Informações de BBC
FOTO: ilustrativa / Reuters
