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Brasil é o quarto país onde morreram mais jornalistas este ano

EditorPor Editor2 de outubro de 20122 Mins Leitura
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jornalistas 2
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PEC listou os 21 países mais violentos para o exercício da profissão. Na América Latina, os campões são o Brasil, em primeiro lugar, seguido por Honduras, Bolívia, Colômbia, Haiti e Panamá.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

110 jornalistas foram mortos no mundo em situação considerada de violência e atentado à liberdade de imprensa nos seis primeiros meses deste ano,  segundo a organização não governamental Press Emblem Campaign – PEC.

O Brasil é o quarto país mais perigoso, com seis mortes neste período. A PEC listou os 21 países mais violentos para o exercício da profissão. Na América Latina, os campões são o Brasil, em primeiro lugar, seguido por Honduras, Bolívia, Colômbia, Haiti e Panamá.

Na relação dos mais violentos do mundo estão a Síria, que registrou 21 mortes em mais de um ano de crise, o México, que perdeu oito jornalistas e vive um combate entre o governo e os cartéis de drogas e armas, a Somália, que vive uma guerra civil e registrou seis mortos, o Paquistão, que registrou seis mortos; o Brasil, também com seis, e Honduras, com quatro.

O número de jornalistas mortos no cumprimento do dever é atualizado mensalmente, segundo a organização, por isso alguns dados são modificados de acordo com o mês apurado. De 2007 a 2011, 545 jornalistas foram mortos no mundo. Somente em 2011, foram registradas 107 mortes de profissionais de imprensa.

A PEC usa estatísticas relacionadas a mortes suspeitas entre jornalistas, correspondentes, freelancers, cinegrafistas, técnicos de som, técnicos, fotógrafos, produtores, administradores e jornalistas online. Os dados não incluem motoristas, seguranças nem tradutores, por exemplo.

A organização informou que recebe informações de associações de imprensa, sindicatos e federações, assim como das Nações Unidas. A análise dos dados se baseia em quatro categorias: as vítimas que são alvos intencionais, os que são mortos acidentalmente, os relacionados a causas criminais, como no caso de traficantes, e fatores desconhecidos.

Informações de Época

FOTO: ilustrativa / fotos

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