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Pelo Brasil

“Vamos gastar R$ 100 bilhões e não vamos ajudar muitos que precisam”, diz Romário sobre a Copa no Brasil

Por 26 de junho de 2011Atualizado:26 de junho de 20115 Mins Leitura
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Deputado lamenta falta de acessibilidade para deficientes que não são cadeirantes em obras realizadas no país para o Mundial.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Cem bilhões de reais. É com esse custo, no mínimo, com o qual o Brasil terá que arcar para receber a Copa do Mundo de 2014, conforme o deputado federal Romário (PSB-RJ), eleito no ano passado.

O valor é cerca de dez vezes o previsto inicialmente pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em 2007, quando o país ganhou o direito de sediar o Mundial. O ex-atacante da seleção brasileira, agora político, fez críticas à organização da Copa do Mundo e a Ricardo Teixeira em entrevista ao portal R7.

Vice-presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, Romário não nega o rótulo de fiscalizador da Copa no Brasil. Promete expor cada vez mais o que vê nas viagens que faz com a Comissão pelas cidades-sede. Desde fevereiro, já esteve em Manaus, Recife, Curitiba, Belo Horizonte e Fortaleza.

Confira abaixo trechos da entrevista.

Você já visitou cinco das 12 cidades-sede da Copa. Pelo que você tem observado, como está o Brasil na preparação para a Copa do Mundo?

Muito atrasado. Se coisas diferentes não acontecerem, a gente vai fazer a Copa, é claro, mas vai ser apenas mais uma Copa. Não vai passar disso.

Então não vai ser uma “grande Copa”, como chegaram a falar?

Eu também falei, porque o Brasil tinha mesmo condições de fazer a maior Copa de todos os tempos.

Das cidades que você visitou até agora, qual é a que mais te impressionou?

Cara, todas as cidades têm problemas. Mas pegue Curitiba, por exemplo. A Arena da Baixada é um estádio que falta pouco para finalizar, com certeza não vai ter problema. O Castelão, em Fortaleza, a princípio, também não. Pelo que me disseram em Manaus, o aeroporto deles já comportaria o movimento de uma Copa do Mundo, segundo o que foi colocado para a gente pelo superintendente da Infraero. Mas em mobilidade urbana as cinco cidades estão muito atrasadas.

Muito se fala do atraso nos estádios, mas, pelo que você viu, poucas obras foram feitas também nas cidades?

Não tem nada feito. A gente espera que, com essa flexibilização das licitações que foi aprovada agora, as coisas aconteçam. Mas as pessoas não podem interpretar flexibilização como facilitação. Senão vai virar, desculpe a expressão, uma zona completa. O TCU [Tribunal de Contas da União] tem que acompanhar, assim como o TCE [Tribunal de Contas do Estado]. Esses órgãos são importantíssimos nessas flexibilizações para que não haja nenhum tipo de falcatrua, de roubo, de mutreta, essas coisas que a gente conhece e que podem acontecer. O objetivo com as flexibilizações, principalmente por parte dos deputados, é que, daqui a dois anos, os Estados, com seus governos, não venham com esse papo de “agora, como está próximo da Copa, virou obra emergencial”. Aí você imagina como vai ser o gasto com o dinheiro público.

Como você explica para o povo, depois de quatro anos desde que o Brasil foi escolhido sede da Copa, que quase nada foi feito?

É bem simples. Falta de capacidade, de organização, de seriedade e de profissionais que realmente se comprometam a cumprir aquilo que dizem. E não é só no governo. São os profissionais mesmo. Vou te dar um exemplo. O nosso presidente da CBF, em 2009, falou que só de estádios nós gastaríamos R$ 2,5 bilhões. Hoje, esse gasto já está em R$ 5,8 bilhões, e a previsão do Ministério dos Esportes é de que vai chegar a R$ 7 bilhões no final de julho. Detalhe: o Brasil ia gastar R$ 2,5 bilhões e não ia usar dinheiro público. Já estamos quase em R$ 7 bilhões e tudo com dinheiro público.

A previsão da CBF em 2007 era de que a Copa custaria cerca de R$ 10 bilhões para o Brasil…

Eu vou te falar uma coisa com certeza. O valor de todas as obras para a Copa do Mundo vai chegar a R$ 100 bilhões. Pode escrever o que eu estou te falando hoje. Aí eu pergunto: um país que vai gastar R$ 100 bilhões em um evento como a Copa não poderia gastar ao menos 20% desse dinheiro, o que seria viável, e colocar nos nossos hospitais públicos, nas nossas escolas, em instituições como Apae e Associação Pestalozzi, que precisam? Não precisava nem ser 20%. Com 10% desses R$ 100 bilhões você resolve, talvez, 80% dos problemas dessas áreas em cada Estado. Tem ainda outra coisa. Quando se fala em obras de mobilidade urbana, não vejo ninguém falar em acessibilidade. Acessibilidade no Brasil é só para quem é cadeirante, fala-se só de rampas e de elevador. Só que tem cego, tem surdo, tem mudo, obeso, tem vários outros tipos de deficiências que rampas e elevadores não vão ajudar. A Fifa pede, no caderno de encargos, que seja feita acessibilidade nos estádios. Mas a Fifa não fala disso nos aeroportos e nem nas obras nas cidades. Enfim, nós vamos gastar R$ 100 bilhões e não vamos ajudar muitos que precisam.

Como você fez essa projeção de R$ 100 bilhões de gastos com a Copa?

Estou projetando porque uma pessoa dentro do Senado já fez essa projeção. Daqui a pouco eu vou provar isso para vocês. E só fica nesse valor se a gente não entrar no processo de obras emergenciais, porque aí vai passar muito mais desse valor. A minha grande batalha é para que, com o tanto de dinheiro que vai ser gasto no Brasil, nas 12 cidades-sede, a gente consiga melhorar tudo para o povo. Qual o legado que isso tudo vai deixar? Estádios bonitos? Aeroportos bonitos? E o transporte, a saúde, a educação, as crianças que usam drogas? Ninguém fala nada sobre isso. Parece que o Brasil agora virou só Copa do Mundo e Olimpíada.

Informações de portal R7

FOTO: reprodução / iG

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