
Secretaria de Habitação projeta que o número de moradias, casa e apartamentos, em Novo Hamburgo seja de, pelo menos, 500 unidades. A comunidade já está preenchendo fichas de intenção disponíveis na Secretaria.
O secretário de Habitação de Novo Hamburgo, Juarez Kaiser, recebeu de representantes da Caixa Econômica Federal nesta segunda-feira, 13, o conteúdo na íntegra do programa federal Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de um milhão de novas moradias em todo o país. O encontro contou com a presença do gerente-geral da Caixa no município, Eduardo Júnior Kisner, do gerente de Relacionamento Público, Mosael Gross, e da supervisora de Habitação da instituição, Viviane dos Reis da Silva.
O número de moradias para Novo Hamburgo ainda não foi divulgado, mas a Secretaria de Habitação projeta que sejam, pelo menos, 500 unidades, entre casas e apartamentos. Segundo Kaiser, a população está preenchendo apenas uma ficha de intenção disponível na própria Secretaria, até que o convênio seja assinado. “Só poderemos de fato cadastrar as pessoas quando estivermos com o convênio regularizado, e isso ainda levará uns dias”, explica. Assim que os cadastros oficiais estiverem abertos, a comunidade será informada.
O secretário ainda afirma que, o programa necessita de uma contrapartida do município e também disposição das construtoras em investir na construção dos condomínios e loteamentos. “As incorporadoras precisam nos apresentar os projetos, para que façamos a parte do município, que é a urbanização e infra-estrutura, mas felizmente algumas já estão nos contatando para agendar reuniões”, antecipou.
Como participar
Podem se inscrever no programa famílias com renda de até três salários mínimos e que não tenham sido beneficiadas por programas de habitação popular. Para fazer o cadastro, basta apresentar documentação pessoal e comprovante de renda, mesmo que informal.
Não podem participar pessoas que já possuam algum imóvel, mesmo que seja apenas um terreno. Segundo o secretário Kaiser, o grande diferencial deste programa é que a família só começa a pagar após se mudar para o imóvel. “Além disso, a prestação tem um limite de empenhar no máximo 10% da renda familiar, com parcela mínima de R$ 50,00 e um teto de R$ 139,00”, declarou.
