
Fimec 2009 segue até esta sexta-feira, dia 27, em ritmo de otimismo, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo
O terceiro dia da 33ª Fimec – Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes foi novamente de estandes lotados e muitos negócios sendo efetuados ou iniciados nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. Conforme a direção nesta Quinta-feira visitaram o evento 11.704 pessoas, que somados aos 8.477 do primeiro dia e mais 12.133 do segundo chega a 32.314 visitantes.
Fotos da Recepção a Imprensa no Restaurante Panorâmico da Fenac
Entre as atividades da direção do evento esteve a recepção aos jornalistas dos veículos de comunicação que acompanham os trabalhos, para um almoço de confraternização, realizado no restaurante Panorâmico da Fenac. O prefeito Tarcísio Zimmermann reforçou de que haverá esforço da administração municipal para a realização de uma Fenac Nacional anual em Novo Hamburgo a partir de 2010. Afirmou que muitas entidades parceiras do setor já manifestaram apoio a iniciativa.
“Temos aqui desde uma simples agulha até modernos equipamentos de 300 mil dólares. A Fimec está sendo uma feira muito profissional e técnica, movimentando a economia de toda a região. otimismo está sendo a marca desta edição”, frisou o diretor-presidente da Fenac S/A, Ricardo Michaelsen. O evento segue até esta sexta-feira, das 13 às 20h, contando com 1.200 marcas de expositores, de 28 países, mais o Brasil.
O público visitante, que vem em busca da tecnologia brasileira, tem-se mostrado satisfeito com os produtos apresentados nesta Fimec. “Tem muita gente, todo mundo atrás de novidades. As empresas de máquinas e componentes vieram com muitas inovações. Estamos trabalhando para espantar a crise”, disse Gilson Soares, representante de uma empresa de Parobé, no Rio Grande do Sul.
“Viemos para a feira esperando pessimismo por parte dos participantes. Porém, todos estão trabalhando firme, e muitos negócios estão sendo realizados. O que vimos aqui servirá de combustível para enfrentar a crise”, falou Jorge Alvarez, da Argentina.
Sem ainda ter efeitvado negócios, mas com muitos contatos iniciados, Mônica Kuntz, representando uma empresa da região de Franca, São Paulo, ressaltou que o setor coureiro-calçadista estava precisando da Fimec. “Somos bombardeados todos os dias com notícias sobre a crise. Ela existe, e todos sentiram seus efeitos. Mas é bom ver que as empresas estão trabalhando, acreditando no futuro”, analisou Mônica.
Um bom termômetro para saber o tamanho da feira, em função dos valores envolvidos, é o pavilhão de máquinas e equipamentos. Lourenço Esteves Zubiaurre, do setor de vendas de uma empresa que comercializa máquinas de sete países, colocava em um equipamento chamado Centro de Usinagem mais uma placa de “vendido”. Já vendemos cinco máquinas desse modelo aqui na Fimec. Está sendo um ano muito bom, pois cada uma delas custa em torno de R$ 200 mil”, explicou o vendedor.
