
O jornal francês Le Figaro havia informado em seu site que o milho geneticamente modificado da Monsanto não é perigoso para a saúde do homem.
Ecologistas franceses questionaram nesta quinta-feira, 12, o relatório da Agência Francesa de Segurança Alimentar (AFSSA) que considerou que o milho OGM (geneticamente modificado) da Monsanto é inofensivo para o homem, considerando que se trata de uma opinião “política e não-científica” baseada em estudos parciais.
“A opinião da AFSSA é uma opinião política, não é uma opinião científica”, considerou nesta quinta-feira a organização ambiental França Natureza e Meio Ambiente (FNE).
“De um ponto de vista científico, o que se pode dizer atualmente é que estamos em um contexto de incerteza: há controvérsias entre especialistas, há dúvidas, há conhecimentos fragmentados”, acrescentou.
Na quarta-feira, o jornal francês Le Figaro informou em seu site que a AFSSA havia indicado que o milho geneticamente modificado da gigante norte-americana Monsanto, cujo cultivo na França foi suspenso em 2008, não é perigoso para a saúde do homem.
Agence France-Presse
