A Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu (PR) declarou que vai investigar se houve negligência no atendimento médico
Um menino de 3 anos ficou quase uma semana com uma bala na cabeça. A família só descobriu que a criança estava com o projétil alojado no cérebro depois de passar por três médicos.
Samuel, de 3 anos, foi atendido e liberado unidades de saúde de Foz do Iguaçu, com receitas de analgésico, antibiótico e anti-inflamatório. Como o garoto não melhorava, a família pagou por um exame de raio x e ficou espantada ao constatar que ele foi baleado.
Samuel foi operado cinco dias depois de ser atingido por uma bala perdida. Ele teria sido atingido quando brincava na frente de casa. Algumas crianças tinham estilingues e a família pensou que ele tivesse sido atingido por uma pedra.
A bala atravessou o cérebro da criança e ficou alojada dentro do crânio. Segundo o médico ainda, inexplicavelmente o ferimento não provocou danos ou seqüelas no cérebro do menino.
O garoto já saiu da UTI e, de acordo com o médico, Aramis Pedro Teixeira não deve ter seqüela em decorrência do tiro. Ele passou por uma cirurgia e está no hospital, se recuperando.
A Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu (PR) declarou que vai investigar se houve negligência no atendimento médico. A Polícia Civil abriu inquérito para descobrir de onde partiu o tiro.
