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Uma vida na funerária

RedaçãoPor Redação30 de julho de 2021Atualizado:30 de julho de 20213 Mins Leitura
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Por Jorge Trenz

Em 1922 o seu Carlos Krause fundou uma lojinha em frente à Praça Vinte de Setembro para fabricar móveis. Cinco anos se passaram e, numa noite, muitos carros cercaram a praça e ligaram seus faróis iluminando-a completamente. Deu-se ali, a reunião que selou a emancipação de Novo Hamburgo. Quem recordava e contava essa história era a avó do Sr. Alberto Franceschetti, o Beto Krause, da funerária. O episódio passou-se em 1927.

Na nova cidade logo ocorreria um óbito. Óbvio! Em não havendo funerária, perguntaram ao seu Carlos se faria um caixão. Ele fez. Morreu mais um. Ele fez outro. E assim a lojinha foi virando funerária. Dna. Adolfina, a esposa, administrava o negócio.

“Eu nasci dentro da funerária. Lembro da vó da minha mãe e da tia Frida dando o acabamento nos caixões, invariavelmente com tecido preto, preso com tachinhas. Eu era um piruzinho, ficava sentado numa escada observando o trabalho delas. Com 12 anos, meu pai já era o proprietário e comecei a ajudar. Fazia cruz, fita, forro… Aos 14 já puxava enterro, dirigindo sem carteira de habilitação.”

 A família não tinha carro, nem dinheiro para comprar um. “O pai era muito amigo do pessoal do Curtume Júlio Adams, que ficava logo acima. Quando morria alguém, pedia emprestada a camionete, fazia o serviço e devolvia ela. Assim foi até conseguir comprar o dele. Meu pai fez o primeiro carro fúnebre de Novo Hamburgo.”

Funério, papa defunto e coveiro foram alguns dos apelidos com os quais teve de conviver. Mas não colaram, o Beto que trabalhava 24 horas por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês, 365 dias por ano falou mais forte. “ Vale lembrar que perdi muita namorada. Elas tinham medo de mim, não gostavam de pegar na minha mão.

Acabou conhecendo a Beth, que sempre foi uma baita companheira e casou-se aos 22 anos. “Minha vida era ali dentro, não podia sair. Trazia a Beth, de repente tinha que sair para atender um serviço e quando voltava, encontrava ela sentada na frente, atendendo uma outra família.”

Histórias não lhe faltam. Naquela época, conta ele, o jornal NH tinha uma única edição semanal. A forma encontrada pelas funerárias para divulgar os falecimentos era imprimir cartazetes numa gráfica e distribuí-los nos bairros que a família indicava. Geralmente, afixavam nos postes de luz e árvores.

Beto trabalhou auxiliando o pai até este se aposentar. Em março de 1981 assumiu o comando. “Eu tinha um objetivo e isso me fez lutar muito. Me esforçava, aprendi como devia fazer… e foi dando certo. Quando criaram as capelas mortuárias do Regina, percebi que tinha que transferir a funerária para mais perto, com o propósito de dar um melhor atendimento aos meus clientes, pois estávamos na Julio de Castilhos e não existia a comunicação como existe hoje.”

krause
Beto passou o bastão para seu filho, Gilberto Franceschetti.
 

A sensibilidade de empreendedor foi se aguçando com o tempo. “Muita gente vinha falar comigo para pagar adiantado o enterro de um familiar, mas não podia aceitar, pois poderia não estar mais aqui quando precisassem. Então, em 1998, criamos o Assistencial Krause, cuja sede é, hoje, naquela casa perto da Praça Vinte. E nesta semana, foi inaugurado o Memorial Krause, um cemitério com tecnologia de última geração.

Atualmente, Gilberto Franceschetti, quarta geração da família, é quem comanda o Grupo Krause. Mas as melhores histórias quem conta ainda é o Beto da funerária.

Coluna Opinião
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Redação

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