José Nilton de Souza pede que a ex-empresária seja julgada por júri popular e que novos exames psiquiátricos sejam realizados.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
O processo de Roselani Radaelli Picinini D’Ávila, acusada de matar a facadas o marido, a irmã e a sobrinha, foi encaminhado na quarta-feira, dia 03, para a desembargadora Laís Alves Barbosa, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.
Laís é a relatora de ação da análise da apelação do promotor José Nilton de Souza, que pede exames psiquiátricos complementares e que Roselani seja julgada por júri popular.
Em 11 de agosto, porém, a ré foi absolvida pelo juiz André Vorraber Costa, da 1ª Vara Criminal de Novo Hamburgo, e considerada incapaz. Foi determinado que Roselani continuasse internada no Instituto Psiquiátrico Forense – IPF, como medida de segurança.
A ex-empresária hamburguense foi absolvida devido a laudos psiquiátricos – que apontavam Roselani como incapaz de entender que seus atos são ilegais – e relatos de testemunhas, documentos que o promotor considera insuficientes.
Informações de rádio ABC 900
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