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Saúde

Segundo estudo, injetar sangue jovem pode ser a receita para viver mais

Por 7 de maio de 20142 Mins Leitura
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Possível primeiro passo para um mundo cheio de humanos longevos foi feito causando ferimentos nos ratos e os unido como se fossem uma espécie de gêmeos siameses.

 

Da Redação (redacao@novohamburgo.org) (Siga no Twitter)

A expressão “injetar sangue novo” é recorrente no falatório popular e, se carecia de maior respaldo do mundo científico, agora não precisa mais. Três times de cientistas publicaram estudos mostrando que o sangue de um camundongo jovem ajuda a reverter o envelhecimento de um mais velho, rejuvenescendo seus músculos e o cérebro. Parece ficção, mas pode, um dia, servir no tratamento de Alzheimer e doenças do coração.

Nos três casos as injeções de sangue novo melhoraram memória, capacidade de aprendizado, força muscular e resistência física. Isso levou a crer que há compostos no sangue mais fresco que poderiam “acordar” velhas células-tronco rejuvenescedoras. Da mesma forma, o sangue velho tem compostos que aceleram o enfraquecimento em diversas partes do corpo.

Saul Villeda, autor do estudo realizado na universidade da Califórnia, em São Francisco, disse ao jornal inglês The Guardian que as evidências da eficácia desse método em diferentes tecidos do corpo é grande o suficiente para justificar o desejo de começar testes em humanos.

O possível primeiro passo para a vida eterna e para um mundo cheio de humanos longevos foi feito causando ferimentos nos ratos e os unido como se fossem uma espécie de gêmeos siameses, para que compartilhassem o sangue. O mais novo ajudou a reverter problemas de idade no mais velho. Ambos também tiveram melhores conexões no hipocampo, o que quer dizer que as células se conectavam melhor, diz o texto publicado na revista Nature Medicine.

Mesmo quando foi injetado apenas o plasma do sangue (sangue sem as células sanguíneas, glóbulos vermelhos e leucócitos) o resultado foi positivo. Os outros dois estudos, realizados em Harvard, defendem que é possível replicar o efeito a partir da aplicação de uma proteína, chamada GDF11. Já haviam pesquisas que apontavam essa proteína como ajudante na reverção de danos ao coração.

Tudo muito inspirador, mas nada conclusivo. Até que testes com humanos sejam feitos nos próximos cinco anos, não adianta se animar muito. E se cada um desses pesquisadores tivesse apenas um recado para dar, eles provavelmente diriam: “por favor, não tentem isso em casa”.

Informações de zh

FOTO: reprodução / arquivo

 

Alzheimer Estudo Harvard longevidade sangue novo Saul Villeda The Guardian
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