O Rio Grande do Sul tem cinco pessoas sendo monitoradas por suspeita de que possam ter contraído a gripe A (H1N1)
A informação é do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vinculado à Secretaria da Saúde. As cinco pessoas com suspeita da gripe permanecem em controle domiciliar.
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O caso mais recente é de uma pessoa internada nesse domingo, 10 no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, e que foi para casa nesta segunda-feira, 11. Até a próxima sexta-feira, deve sair o resultado do exame.
Quanto ao primeiro caso positivo da gripe, registrado no Interior do Estado e confirmado no final da tarde desse domingo pelo secretário da Saúde, Osmar Terra, em entrevista coletiva, a pessoa teve alta e se recupera bem.
Trata-se de uma mulher de 47 anos da região Noroeste do Rio Grande do Sul, que havia viajado a vários países da Europa. A última escala antes do retorno ao Brasil, na semana passada, foi em Madri, na Espanha. O marido, que a acompanhou na viagem, não apresenta nenhum sintoma da doença.
Terra informou que, a partir de agora, será feito um rastreamento das pessoas que tiveram contato com a paciente depois do retorno dela ao Rio Grande do Sul. O mesmo procedimento será adotado com passageiros do vôo que a trouxe de volta para o Brasil.
Desde o surgimento da gripe A, o governo do Estado se mobilizou e se estruturou para o monitoramento de casos suspeitos e para o atendimento a possíveis casos confirmados. Uma rede de hospitais de referência foi imediatamente montada – incluindo a Capital e o Interior.
Segundo Osmar Terra, a gripe A H1N1 não tem mostrado tanta gravidade como era esperado inicialmente e vem causando os mesmos danos que a gripe comum (influenza). A mortalidade pela nova gripe está em menos de 2%, enquanto a influenza mata de 3% a 4% dos pacientes.
