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Saúde

Risco de chegada do vírus Nipah ao Brasil é considerado muito baixo, aponta Rede Vírus

Maria Eduarda de Melo PiresPor Maria Eduarda de Melo Pires30 de janeiro de 20263 Mins Leitura
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O vírus Nipah é monitorado por autoridades de saúde, e os dados atuais indicam que não há transmissão sustentada no país. Foto: True Creatives
O vírus Nipah é monitorado por autoridades de saúde, e os dados atuais indicam que não há transmissão sustentada no país. Foto: True Creatives
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Comitê ligado ao Ministério da Ciência acompanha casos registrados na Índia e afirma que não há indícios de transmissão do vírus Nipah sustentada

O vírus Nipah (NiV), que recentemente teve casos confirmados entre profissionais de saúde no estado de West Bengal, na Índia, está monitorado por autoridades científicas internacionais e também pela Rede Vírus, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Segundo o primeiro informe do ano divulgado pelo grupo, a possibilidade de disseminação do vírus no Brasil é avaliada como muito baixa.

De acordo com a Rede Vírus, esse cenário se deve principalmente ao fato de que os morcegos que atuam como reservatórios naturais do vírus vivem em regiões da Ásia e da Oceania. Além disso, cerca de 200 pessoas que tiveram contato com os casos recentes foram rastreadas e testadas, todas sem apresentar sintomas e com resultados negativos. Os dados indicam que, apesar da alta taxa de letalidade associada à doença, não há evidências de transmissão contínua na comunidade.

O histórico do vírus Nipah mostra que os surtos se concentram em países do Sul e Sudeste Asiático. Desde o primeiro registro, ocorrido na Malásia em 1998, houve episódios documentados em Bangladesh, Índia, Filipinas e Singapura. Na Índia, um dos principais surtos ocorreu em 2018, no estado de Kerala, seguido por novos casos nos anos de 2021, 2023 3 2025. Já na região de West Bengal, no leste do país, foram registrados surtos em 2001 e 2007, com transmissão dentro de hospitais.

Em Bangladesh, a presença do vírus é observada quase todos os anos desde 2001, com registros recentes de casos fatais ao longo de 2025. Mesmo diante desse cenário, a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como baixo o risco de disseminação internacional do Nipah e recomenda apenas a manutenção de vigilância e preparo dos sistemas de saúde.

A Rede Vírus informou que segue acompanhando a situação na Índia e se mantém disponível para colaborar com estratégias de enfrentamento, caso necessário. Segundo o virologista Fernando Spilki, que coordena a Rede Nacional de Pesquisa em Vigilância Genômica de Viroses Emergentes, o grupo também está à disposição da sociedade para prestar esclarecimentos sobre o tema.

O que é o vírus Nipah

O vírus Nipah é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitido de animais para humanos. A infecção pode variar de casos sem sintomas até quadros graves, como insuficiência respiratória e inflamação no cérebro (encefalite). A taxa de letalidade varia entre 40% e 75%.

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com animais infectados, ingestão de alimentos contaminados por secreções de morcegos ou por contato próximo entre pessoas, especialmente em ambientes de atendimento à saúde. O período de incubação costuma ser de quatro a 14 dias, mas pode chegar a até 45 dias em alguns casos.

Na natureza, o vírus circula principalmente entre morcegos frugívoros do gênero Pteropus. Mudanças ambientais, como avanço da agricultura, urbanização e alterações no uso do solo, contribuem para o aumento do contato entre humanos e esses animais, facilitando a transmissão.

Sobre a Rede Vírus – MCTI

A Rede Vírus-MCTI atua como um comitê de assessoramento científico ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O grupo reúne universidades, laboratórios e pesquisadores de diferentes regiões do país para apoiar decisões e fortalecer pesquisas sobre vírus emergentes e reemergentes. A Universidade Feevale participa da iniciativa por meio da Rede Nacional de Vigilância Genômica de Viroses Emergentes.

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Maria Eduarda de Melo Pires

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