Rebecas Spires e Julia Depweg que trabalharam por três décadas com a missionária assassinada, foram a Brasília nesta sexta-feira, denunciar a manipulação da justiça no caso
Duas religiosas que por 30 anos trabalharam ao lado da missionária norte-americana Dorothy Stang no Pará, foram a Brasília nesta sexta-feira, 7, falar com o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Rebecas Spires e Julia Depweg querem denunciar a impunidade e a manipulação judicial no caso da missionária, assassinada a tiros em Anapu, no Pará, em 12 de fevereiro de 2005.
Dorothy ficou conhecida mundialmente na luta contra o desmatamento e a grilagem de terras no Brasil. Rebecas e Julia também são personagens do filme que conta a vida da missionária, que foi lançado esta semana no Festival Internacional de Cinema de Brasília.
No último dia 05, as religiosas se encontraram com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Brito, para entregar um documento que relata a violência no estado.
Fonte: Agência Brasil
