Critérios analisados incluem requisitos básicos, promotores de eficiência e fatores de inovação e sofisticação. Líder da lista é a Suíça.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
O Fórum Econômico Mundial, WEF, divulgou um ranking de competitividade composto por 139 países. O Brasil ficou com o 58º lugar, perdendo duas posições no ranking anual, apesar da melhora na avaliação dos critérios pelo WEF.
O Brasil, no grupo dos países com estágio intermediário de desenvolvimento impulsionado pela eficiência, ainda é considerado uma nação com fraquezas em muitos aspectos.
A lista é liderada pela Suíça, mantendo a classificação do ano passado. A Suécia subiu duas posições e está no segundo lugar. Cingapura ocupa o terceiro e os Estados Unidos o quarto, caindo duas posições.
Na América Latina, o Chile ocupa a melhor posição, ficando em 30º lugar. O México ocupa o 66º, a Argentina o 87º, caindo duas posições devido à inclusão de novos países, com avaliações melhores, na lista.
A WEF analisa critérios considerados “pilares da competitividade”, que são divididos em três categorias: requisitos básicos, promotores de eficiência e fatores de inovação e sofisticação. A organização atribui pesos diferentes para cada um dos pilares. Os países ficam divididos em cinco grupo diferentes, e cada uma das categorias tem pesos diferentes para cada grupo de países.
No caso do Brasil o melhor item foi o tamanho de mercado (10º lugar no ranking) e sofisticação econômica (31º lugar). O pior ficou com ambiente macroeconômico (111º) e eficiência do mercado de bens (114º). Considerando as categorias básicas o país se colocou melhor em inovação e sofisticação (38º), a pior colocação ficou em competitividade (86º).
Informações de Jornal do Brasil
FOTO: ilustrativa / aeiou.expresso.pt

