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Cadeia para hamburguense

EditorPor Editor31 de março de 20074 Mins Leitura
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Empresário de Novo Hamburgo era o líder do esquema descoberto pela Polícia Federal nesta sexta-feira

A Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul divulgou na noite desta sexta-feira um resumo sobre a Operação Ouro Verde, que contou com o apoio da Receita Federal para prender uma quadrilha envolvida em lavagem de dinheiro e que atuava no Estado e em Santa Catarina. Também foram divulgados os nomes dos detidos.

Leia mais: Portocred é envolvida no esquema

Leia mais: PF efetua prisões na cidade

Um dos líderes da organização criminosa que foi preso é o hamburguense Antonio Carlos de Oliveira Haussen, de 55 anos, considerado o financiador do grupo. Ele foi preso juntamente com os outros dois sócios da empresa financeira, de funcionamento legal e regular, e que era utilizada como fachada para a prática dos ilícitos. Os outros sócios eram João Batista Urrutia Jung, 43 anos, e José Alexandre Guilardi de Freitas, 56 anos. Jung era ainda o articulador da quadrilha.

Eles responderão pelos crimes de formação de quadrilha (CPB – Art. 288), lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98 – Art. 1º), gestão fraudulenta, funcionamento de instituição financeira sem autorização legal, evasão de divisas (Lei 7.492/86, Artigos 4º, 16, 22) e sonegação fiscal (Lei 8.137/90, Art. 1º). As penas, se somadas, ultrapassam 30 anos de reclusão. Após serem interrogados pelas autoridades policiais, os presos serão encaminhados para o Presídio Central de Porto Alegre.

Números da operação

A Polícia Federal divulgou que, durante a operação, foram presas 20 pessoas em Porto Alegre, Novo Hamburgo, Caxias do Sul e Capão da Canoa. Um dos procurados pela Polícia Federal do Rio Grande do Sul foi encontrado em Angra dos Reis (RJ). Outras cinco pessoas envolvidas no esquema criminoso seguem foragidas, sendo três uruguaios.

Foram cumpridos 55 mandados de busca e apreensão (Porto Alegre, Novo Hamburgo, Santa Cruz do Sul, Gravataí, Caxias do Sul e São Marcos), durante os quais foram apreendidos as quantias de R$ 440.437,00, US$ 325.520,00, 8.995 euros, 835 pesos uruguaios, 305 pesos argentinos, além de 10 gramas de ouro, 24 veículos e 20 obras de arte (quadros). Também foram apreendidos cofres, documentos e cintas com bolsos para ocultar valores junto ao corpo (“barrigueiras” e “perneiras”).

No Rio Grande do Sul participaram da operação 310 policiais federais e 60 auditores fiscais da Receita Federal. Além dos envolvidos diretamente com a organização criminosa, são alvos das buscas empresas “clientes” da quadrilha.

As investigações iniciaram na Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul em junho de 2006. A organização criminosa disponibilizava quase todos os serviços bancários, como manutenção de conta corrente e investimentos, inclusive em moeda estrangeira, oferecidos a uma clientela de alto poder aquisitivo, funcionando como um mercado bancário paralelo.

Uma das principais atividades ilícitas prestadas pelo grupo consistia no recebimento e remessa de valores para o exterior através de canais financeiros ilegais, não declarados às autoridades competentes, e sem o conhecimento do Banco Central.

Dessa forma, a organização criminosa ocultava e lavava o dinheiro obtido com a prática de diversos crimes, especialmente de contrabando e descaminho. Também há indícios de que nesse esquema poderia estar sendo lavado dinheiro oriundo do tráfico de drogas, cujos valores tinham como destino final os mais diversos paraísos fiscais.

Durante as investigações, foi detectado o envolvimento de uma das maiores financeiras do estado, a Portocred, localizada no centro de Porto Alegre, utilizada como fachada legal para lavar o dinheiro obtido no mercado paralelo. Alguns de seus proprietários são conhecidos operadores do mercado financeiro.

Os principais clientes da organização são grandes empresários do ramo de importação e exportação que movimentavam por dia aproximadamente R$ 1 milhão, somente em território gaúcho.

Os dados coletados até o momento remontam a 1996, estimando-se que a organização criminosa tenha movimentado nesse período mais de R$ 2,5 bilhões. Entretanto, indícios veementes e convergentes dão conta de que a organização criminosa opera nessa atividade ilícita desde 1986, calculando-se, seguramente, que essa cifra ultrapasse a R$ 5 bilhões. Para executar suas atividades em nível internacional, o grupo possuía braços financeiros no Uruguai e nos Estados Unidos da América.

Fonte: Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul

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