Na quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff teria exigido que o banco gaúcho e a construtora se entendessem, para resolver problemas.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
As possibilidades de avanço do negócio com a construtora Andrade Gutierrez para a reforma do Beira-Rio estão diminuindo, conforme declaração do presidente do Banrisul, Túlio Zamin, nesta quinta-feira, dia 1°.
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O problema ocorre devido à dificuldade para conseguir investidores e a falta de garantias da empreiteira. “Eu diria que, pelo menos do ponto de vista do Banrisul, as alternativas estão se esgotando”, resumiu Zamin em entrevista à rádio Gaúcha. “Eu mesmo, no domingo, falei com um empresário importante do nosso Estado, apresentando o projeto, um empresário vinculado ao próprio Internacional, e não prosperou.”
Sobre as declarações da presidente Dilma Rousseff (PT), que teria exigido um acerto entre o banco gaúcho e a construtora na quarta-feira, 29, o presidente do Banrisul afirma que não interpretou a frase como uma determinação para que o banco mude de postura. Para ele, a presidente partia do pressuposto de que a Andrade Gutierrez tivesse o capital necessário para garantir a obra.
Informações de Zero Hora
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