Doença altamente contagiosa já matou cerca de 100 pessoas no México e casos já foram confirmados nos Estados Unidos, Canadá e Espanha.
Quem não costuma preocupar-se muito com aquela gripe natural em períodos de mudança de temperatura deve ficar atento nos próximos dias. É o alerta que faz a Organização Mundial de Saúde – OMS depois da epidemia de gripe suína que estourou no México no final da semana passada.
Até a manhã desta segunda-feira, a doença altamente contagiosa já havia matado cerca de 100 mexicanos e casos estavam confirmados nos Estados Unidos, Canadá e Espanha. O Ministério da Saúde divulgou nota no Brasil afastando a possibilidade de a doença ter afetado o país.
Os 27 países que compõem a União Européia reforçam a precaução e reúnem especialistas ainda nesta segunda para discutir ações de emergência. Na Ásia, ações de companhias aéreas tiverem redução nas bolas de valores em função da queda no número de viagens em depois da confirmação da epidemia.
Sintomas
Os sintomas da gripe suína são muito semelhantes aos da gripe comum. Febre acima de 39 graus, acompanhada de tosse, dores de cabeça, dores nos músculos e nas articulações. A causa exata ainda não é conhecida, mas especialistas suspeitam é que seja provocada por uma mescla de vírus influenza com características do vírus da gripe aviária, suína e comum, com uma letalidade maior.
Lavar as mãos

O alto grau de contagio requer cuidados especiais. A forma mais fácil, no entanto, advém de uma ação simples. Segundo especialistas, basta lavar bem as mãos. O contato é uma das principais formas de transmissão da doença. Portanto, é aconselhável sempre lavar as mãos no retorno para casa. A vacina contra a gripe comum também pode reduzir a possibilidade de contagio. Comer produtos com origem suína ou até mesmo a própria carne do animal, bem cozida, ou assada, não causa riscos à saúde.
Informações Globo.com, Efe, Reuters e France Presse
