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Hora de quebrar a cara

RedaçãoPor Redação19 de março de 2021Atualizado:19 de março de 20214 Mins Leitura
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Por Jorge Trenz

A Blitz surgiu na cabeça dele em 1996. Tinha lá seus 18 anos, trabalhava numa corretora de seguros e – num belo dia – viu brilhar uma oportunidade. Everson Reynaldo é formado em Educação Física pela Universidade Feevale. Desde cedo, teve que correr atrás dos seus objetivos. Com a Blitz, chegou a ser reconhecido com o título de Melhor prestador de serviços do Brasil pela FEDEX, há alguns anos.

Nascido em Tramandaí, veio com 5 anos para Novo Hamburgo. Os pais eram aqui da terrinha. Todavia, tiveram comércio lá durante um bom tempo. Tramandaí – Novo Hamburgo – Tramandaí -, resolveram fixar residência no litoral. “Eu fiquei morando com uma tia. Aos 17 anos, já morava sozinho.”

No tempo da corretora, Everson fazia os serviços externos da empresa. “Ali eu comecei a perceber que havia uma necessidade e não tinha ninguém especializado para atendê-la. Eu trabalhei de office-boy dos 14 aos 17 anos. Na seguradora, ampliei minha visão. Se precisavam levar material para uma companhia em Porto Alegre, por exemplo, não havia um serviço para isso. Então, eu ia de moto e, quando estava chovendo, de ônibus.  Isso com 18 anos. Enxerguei ali um nicho que poderia render.“

Encerrado o ciclo, Everson foi trabalhar numa imobiliária. Como sempre atuara na rua, ficar preso numa sala começou a lhe causar um certo desconforto. Só que além de ter emprego, os funcionários tinham ali um auxílio que representava 80% do custo da faculdade. Prestes a concluir o segundo grau, foi conversar com os pais. “Minha mãe achou que eu não deveria sair de lá. Era a grande possibilidade de cursar uma faculdade. Meu pai me disse o seguinte: “- A hora de tu quebrar a cara é agora. Ninguém depende de ti ainda.“

Foi aí que teve uma das decisões cruciais da sua vida. Pra começo de conversa, me confidenciou, não achava certo aproveitar-se do emprego para cursar Educação Física, graduação que, depois, não agregaria nada para a imobiliária. “Pedi demissão e, em março de 1997, iniciei meu negócio. Aluguei uma sala, consegui uma mesa e cadeira de bar; aluguei uma linha de telefone e comecei a trabalhar. Era o motoboy, o gerente, o comercial, o cara que tinha que trocar a torneira, como qualquer empresa pequena.”

Esta imobiliária virou seu primeiro cliente. Entregando boletos de aluguel para os locatários, faturava o necessário para garantir o seu próprio aluguel. Mas tinha que comer, vestir, sair, se divertir. Precisava de mais clientes e foi em busca de outros segmento. Vieram os serviços bancários de diversos negócios. “O serviço foi aumentando e passei, gradativamente, a contratar pessoas.”

“No início da Blitz percebi que o turismo era uma área muito interessante. Cheguei a trabalhar para umas vinte agências daqui. Pegava passaportes, vistos, pacotes de viagens nas operadoras em Porto Alegre. Ia diariamente para a capital. Com o advento da internet, isso acabou. Passamos a operar com a área jurídica. Tínhamos uns 25 escritórios de advocacia na carteira. Como tudo passou a ser online, também acabou.”

São assim os negócios. Há que se ter resiliência para ser empreendedor. Como desistir não era uma alternativa, seguiu o baile. “Há 10 anos passamos a ser parceiros da FEDEX na distribuição de máquinas de cartão de crédito. A excelência dos nossos serviços foi reconhecida, fomos destacados e fui convidado para palestrar em São Paulo, para a rede de cartão de crédito e todos os gerentes da FEDEX. Também atendemos duas grandes empresas de saúde com serviço 24 hr, rede de farmácias e uma diversidade enorme de outros clientes.”

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Everson Reynaldo: com o advento da internet, o que hoje é um serviço, amanhã pode não existir mais.

O nome Blitz, conta, foi sugestão do seu ex-gerente na imobiliária. Em alemão quer dizer raio, explica. “Quando comecei, botei o nome Tele-boy.  Muita gente confundia, pois entendia que nosso negócio era outro. Recebíamos ligações de pessoas que buscavam a contratação daquilo que não oferecíamos” (risos).

Para o futuro, ele pretende intensificar o trabalho no e-commerce, que ainda é regionalizado, comenta. Pergunto sobre o bairro Operário. “Gosto muito daqui e me dá agilidade no atendimento. Estamos a 800 metros da BR-116, a 1,2 km da RS-239 e muito próximo do Centro.’

Coluna Opinião
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Redação

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