Gaúcho foi encontrado morto perto de penhasco, na cidade de Queenstown, na Nova Zelândia. Polícia do país desconhece motivos da morte
Ele se sentia feliz e dizia que estava adorando morar na Nova Zelândia. Essa foi a sensação, que Alexandre Titone, de 22 anos, morador de São Leopoldo, deixou para sua família, dois dias antes de ser encontrado morto em Queenstown.
Titone saiu de sua casa na quinta-feira passada, dizendo que iria para um parque da cidade. Ao lado do parque, em um cemitério, ele deixou o carro, as chaves e os documentos. O corpo foi localizado sem as roupas, próximo a um penhasco. As primeiras informações que chegaram à família e aos amigos são de que ele tenha caído do penhasco. Porém, não se sabe se o rapaz foi vítima de acidente ou crime.
A família está preocupada neste momento é com o traslado do corpo. Ontem, um representante da embaixada brasileira na Nova Zelândia entrou em contato com os Titoni. O irmão do rapaz, Luciano, acredita que a liberação do corpo deve demorar no mínimo de sete a 15 dias.
Até ontem a tarde de domingo, o Itamaraty não havia sido informado sobre a morte de Titoni. A Embaixada Brasileira em Wellington, capital do país, acompanhará o caso para saber as circunstâncias da morte. A embaixada cuidará das questões burocráticas para a liberação do corpo e auxiliará a família com informações
