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Pelo Mundo – Extrema direita na Europa faz ataques como forma de campanha

EditorPor Editor18 de fevereiro de 20096 Mins Leitura
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neonazistas0218

Agressões a estrangeiros na Europa tem se tornado comuns. Fazem parte de uma campanha deliberada da extrema direita nas disputas eleitorais. Pode ser o caso da brasileira Paula Oliveira.

O número de delitos motivados pelo extremismo de direita na Europa aumentou nitidamente no último período. De acordo com dados provisórios confirmados pelo Ministério do Interior da Alemanha terça-feira, 17, em Berlim, 14 mil crimes desse gênero foram registrados em 2008. No ano anterior, a estimativa provisória ainda apontava 11 mil delitos.

De acordo com o portal de notícias tagesschau.de, os números relativos a 2008 atingem um nível recorde. Os dados ainda poderão variar até a divulgação dos resultados definitivos, prevista para abril ou maio próximos, conforme comunicou um porta-voz do Ministério.

“Sempre que a obturação do bem-estar se esfacela, tradições antidemocráticas voltam a se manifestar no vazio resultante.” Assim o psicólogo Oliver Decker avaliou o resultado de uma outra pesquisa, feita pela Fundação Friedrich Ebert (ligada ao Partido Social-Democrata – SPD). Segundo esta, noções xenófobas são bem mais difundidas na Alemanha do que se acreditava.

O relatório foi apresentado em Berlim em 2008 e compõe a segunda parte de um estudo iniciado em 2006. Na primeira fase, 5 mil alemães acima dos 14 anos foram interrogados sobre suas opiniões a respeito do extremismo de direita. Concluiu-se que um entre cada quatro alemães defendia pontos de vista xenófobos.

Sem dúvida, a deterioração econômica dos países europeus tem instigado a população a reações xenófobas. Em janeiro, trabalhadores ingleses fizeram forte greve. A bandeira de luta era dos piores: expulsão dos trabalhadores estrangeiros, que estariam tomando os empregos dos bretões.

A imigração é a culpada de todos os males. Os jovens eleitores (de 18 a 21 anos) parecem particularmente sensíveis a estas teses. Segundo uma pesquisa realizada na Suíça, país onde a advogada brasileira, Paulo Oliveira, teria sido agredida por um grupo neonazista, metade destes jovens considerariam “os estrangeiros” como primeira fonte de tensão, diante dos problemas sociais e as agressões ao meio ambiente, relata a jornalista francesa Joelle Isler.

Esta geração para quem a segunda guerra mundial está distante, apóia as iniciativas hostis à imigração. Há muito tempo a Suíça recusa a integração aos operários estrangeiros, em especial a partir da década de 90, quando a União Democrática do Centro (UDC), formação isolacionista e xenófoba, passou a ter maioria no governo daquele país.

Na Alemanha, delegado da cidade bávara de Passau foi esfaqueado, ao que tudo indica, por radicais de direita. O crime de Passau demonstra uma nova dimensão do fenômeno. Trata-se de violência declarada contra um chefe de polícia que assumira a tarefa de combater a absurda mentalidade racista.

nazistas0218

A conclusão da pesquisa foi surpreendente: a xenofobia está se tornando cada vez mais comum na Alemanha. Os participantes do debate expressaram rejeição em relação a estrangeiros “com uma trivialidade preocupante, inclusive pessoas que na primeira enquete não haviam chamado a atenção por atitudes de extrema direita”, comentou o psicólogo.

Diversos jovens declararam desejar “algum tipo de líder”. Para os participantes de meia idade, a política é, de qualquer modo, mentira e engano. E os mais velhos evocam os modelos de sua juventude: no Leste, as represálias da RDA; no Oeste, o regime nazista.

Os principais alvos de preconceito são os turcos e os russos, considerados parasitas e gananciosos. Entretanto, os pesquisadores também identificaram a emergência do que denominaram “racismo cultural”: preconceitos contra grupos marginais, tais como os desempregados e os socialmente desprivilegiados. Tal fato revelaria uma forte pressão para corresponder à norma social percebida, e a conseqüente condenação dos que fracassam neste processo.

Ficou ainda claro que a maioria dos participantes só apóia a democracia na medida em que garante a prosperidade pessoal. Caso contrário, passam imediatamente à intolerância. Uma atitude semelhante marcou também a década de 1950 na Alemanha, observaram os pesquisadores da Fundação Friedrich Ebert. Na época, o milagre econômico provou-se um obstáculo à reelaboração do passado nazista.

Um confronto entre membros da central sindical DGB e neonazistas no sábado, 14, mostrou que a violência neonazista é uma política deliberada da direita em toda a Europa. Os dois grupos voltavam de Dresden, Alemanha, e se encontraram no posto à beira da rodovia A4: enquanto os skinheads haviam ido à cidade para participar de uma marcha extremista, os sindicalistas haviam se locomovido até lá exatamente para protestar contra a passeata.

O conflito deixou um saldo de cinco feridos, que foram levados para o hospital universitário de Jena, a cidade mais próxima do posto. “Os extremistas de direita xingaram primeiro os membros do grupo da DGB, para depois agredi-los fisicamente com violência”, afirmou um porta-voz da polícia local.

Os skinheads conseguiram fugir no ônibus fretado em que viajavam, mas foram interpelados por policiais pouco depois. As autoridades registraram os documentos dos 40 envolvidos que lotavam o ônibus, a fim de encaminhar os dados para a promotoria responsável pela investigação.

Também membros do partido A Esquerda, do estado de Hessen, encontravam-se entre os sindicalistas atacados. “Os atos de violência dos neonazistas, cada vez mais frequentes e brutais, me assustam. Conclamo todos os responsáveis a, enfim, tomarem providências contra a cena neonazista”, afirmou Ulrich Wilken, presidente do partido em Hessen.

Em Dresden, mais de 12 mil pessoas foram às ruas no último sábado protestar contra a passeata neonazista, que reuniu na cidade seis mil extremistas. Houve 19 protestos diferentes, dos quais participaram representantes de diversos partidos políticos, inclusive do Conselho Central dos Judeus no país e de centrais sindicais.

A marcha dos skinheads reuniu militantes de toda a Alemanha e de outros países. Da Eslováquia e da República Tcheca participaram grupos envolvidos em ataques recentes a membros das etnias sinto e rom. Desde 1999, os extremistas de direita aproveitam a data para organizar, todos os anos, manifestações de teor extremista em Dresden. “A memória aos bombardeios na cidade se transformou num highlight dos radicais de direita”, comenta o semanário alemão Der Spiegel. Os extremistas insistem que a cidade tenha sido bombardeada “injustamente”, o que teria custado a vida de “centenas de milhares de civis inocentes”.

Os neonazistas que marcharam – com permissão da prefeitura – pelo centro histórico da cidade eram membros do partido de extrema direita NPD e de diversas organizações extremistas, que levavam cartazes com dizeres do tipo “holocausto das bombas dos aliados”, usavam roupas de bandas de rock ligadas à cena neonazista ou com referências ao NPD e carregavam bandeiras alemãs com a marcação de fronteiras do país do ano de 1937.

Para o NPD, a seis meses das próximas eleições parlamentares, a marcha foi usada como tentativa de provar que a cena de extrema direita no país não é tão desorganizada como parece. “O partido usa essa marcha para demonstrar forçosamente uma certa unidade da cena de direita, que na verdade não existe. É o início de sua campanha eleitoral”, comentou o semanário Die Zeit.

Com Deutsch Welle/Le Monde Diplomatique

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