A data gera grande expectativa em vários segmentos do comércio, e também com a chegada do frio, o varejo espera aumentar as vendas
A comemoração de Dia das Mães, a segunda melhor data do ano para alguns segmentos do comércio, gera grande expectativa no varejo gaúcho, e nesse período, surgem oportunidades para Classe Lojista.
Vitor Augusto Koch, presidente da Federação das CDLs, ressalta que não se pode apenas esperar o apelo natural da data e trabalhar para reforçar e conquistar melhores resultados com ela. “Precisamos usar esses momentos para por em prática nossos conhecimentos, traduzindo-os em ações que signifiquem uma melhor performance dos nossos varejistas”, conceitua Koch.
Koch destaca que entre as ações que devem ser feitas para o Dia das Mães, a qualificação do atendimento, com profissionais preparados e bem treinados, ofertas de prazos de pagamento e oportunidade de créditos atraentes são grandes diferenciais. Outra questão salientada, é a possibilidade de criar promoções que se aliem com a cultura de cada região.“É importante que o lojista valorize a cultura local, principalmente o micro e pequeno empreendedor”, disse.
Mais do que projetar índices de crescimento, que pela tendência histórica devem ficar entre 8% e 10%, o presidente da FCDL-RS entende que é preciso ousadia do varejo, a exemplo do que foi realizado em fevereiro, por ocasião do Liquida Tchê. “Mostramos ao Brasil a nossa capacidade de promover uma campanha de vendas inédita em todo o Estado. Agora, temos que ter isso como base para outras iniciativas que possam se traduzir em sucesso”.
Baixas temperaturas
A chegada do frio também é um momento de alavancar as vendas. Além do frio que está fazendo nesta semana, a meteorologia prevê que as baixas temperaturas vão se intensificar já no mês de maio. “Além disso, deveremos ter um inverno rigoroso este ano, o que nos permite projetar vendas intensas em setores como confecções e acessórios, especialmente o de malhas”, observa o presidente da FCDL-RS.
Alguns produtos de segmentos específicos entram no seu melhor período no inverno, como os que comercializam aquecedores e fogões a lenha. “Na mesma tendência histórica, o crescimento nesses produtos deve ser em torno de 9%”, prevê Koch.
