A Câmara de Novo Hamburgo prestou homenagem na tarde desta quarta-feira, 20, ao delegado de polícia Alexandre Quintão. O servidor comemora este ano uma década à frente da 3ª Delegacia de Polícia da cidade, repartição com sede no bairro Canudos. Proponente do reconhecimento, o vereador Gustavo Finck (PP) descreve a marca como um feito inédito. “Ele é o primeiro delegado a permanecer por dez anos em uma delegacia das cidades da região metropolitana”, afirmou.
No requerimento nº 376/2022, de autoria de Gustavo Finck, o parlamentar destaca que a Polícia Civil trabalha de forma ostensiva em Novo Hamburgo, zelando pela ordem e segurança pública e promovendo ou participando de medidas de proteção à sociedade e ao indivíduo. Lembra também a imprescindível colaboração da Polícia Civil para a convivência harmônica da sociedade, respeitando a dignidade da pessoa humana e protegendo os direitos coletivos e individuais. “Honrando as inúmeras ações conjuntas e troca de informações entre as forças integradas de segurança que atuam na cidade, Secretaria Municipal de Segurança, Guarda Municipal, Brigada Militar e Polícia Civil. O trabalho conjunto tem entregado aos munícipes um serviço público de qualidade diante dos desafios que a vida em sociedade impõe às agências e aos agentes de segurança pública, tornando possível a queda atual dos principais índices municipais”, defendeu Finck.
Natural de Timóteo, município no interior de Minas Gerais, Quintão tomou posse como delegado de polícia no Rio Grande do Sul em 2010. Ele assumiria o comando da 3ª DP de Novo Hamburgo dois anos mais tarde. Ao longo do período em Canudos, desenvolveu diversas atividades de combate ao crime, com apreensões significativas de drogas e armas e resoluções de casos de grande clamor público.
“Realmente, fiquei muito emocionado por estes momentos. É difícil falar do nosso ofício e de nós mesmos, mas me vejo sim como uma pessoa humilde e isso caracteriza muito o meu trabalho. Adotei essa cidade há 12 anos e me senti feliz e acolhido. Trabalhei com grandes policiais e fui muito bem recebido na corporação. Agradeço a todos os colegas que me ajudaram a ser o policial que me tornei. Agradeço também à minha equipe da 3ª DP, que é uma segunda família. A minha filosofia de trabalho é mais discreta, pois sempre pensei que a Polícia Civil, a Polícia Federal, a polícia investigativa em geral, têm de trabalhar de forma discreta, não têm de ficar aparecendo. A vaidade, a questão pessoal, deve ficar em segundo plano, pois tornam-se incompatíveis com as atividades de serviço público em geral, na minha opinião. Um policial investigativo não pode ficar sendo reconhecido e é esse posicionamento que defendo para a minha equipe. Agradeço também pelo acolhimento que tive da comunidade de Canudos, pessoas simples, trabalhadoras, batalhadoras”, descreveu Quintão.

