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Economia – Crise econômica obriga europeus a agir

EditorPor Editor3 de março de 20094 Mins Leitura
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UE0303

A União Europeia se mantém unida na crise e se mostra disposta a agir. Essa foi a principal mensagem do recente encontro de cúpula extraordinário da comunidade, em Bruxelas.

A crise financeira e econômica se propaga com uma velocidade alucinante. Uma coisa ela nos ensinou: princípios políticos que ainda pareciam inquestionáveis algumas semanas atrás perderam a validade. E ninguém pode predizer com certeza o que será necessário nas próximas semanas, a fim de se evitarem catástrofes.

Isso também poderia se aplicar ao programa de salvação para as economias gravemente afetadas do Leste Europeu. A chanceler federal alemã, Angela Merkel, e Mirek Topolanek, premiê da República Tcheca, país que assume atualmente a presidência rotativa da UE, ainda resistem contra injeções de verbas européias em países como a Hungria, Letônia, Romênia, Bulgária, entre outros.

Será que o premiê húngaro, Ferenc Gyurcsany, é pessimista demais ao calcular que os países membros do Leste precisam de uma ajuda financeira de até 190 bilhões de euros? Ou será que, dentro de algumas semanas, certos países da UE realmente possam estar ameaçados de falência, por não poderem emprestar os recursos necessários aos mercados financeiros? Em dezembro, os governos de diversas nações do Leste Europeu ainda negavam estar atravessando uma crise financeira. Agora, estão à beira do abismo.

A situação escalou com enorme rapidez. Já há indícios de que a crise financeira possa se tornar uma ameaça para a moeda comum da União Europeia, adotada em 16 países da comunidade. A Irlanda, a Grécia, a Espanha e a Itália estão com crescentes dificuldades de saldar seus empréstimos públicos. Nos mercados de divisas, o euro já está sob pressão.

O comissário da UE para questões monetárias, Joaquín Almunia, adverte da crescente tendência de evasão. Na mais recente cúpula extraordinária da UE, realizada no final de semana de 28/02 e 01/03, convocada às pressas em Bruxelas, os chefes de Estado e de governo não encontraram soluções para esses riscos. A Alemanha, uma das maiores potências financeiras da UE, hesita em socorrer os outros países, a fim de evitar sobretaxas de risco sobre seus próprios empréstimos.

Os chefes de Estado e de governo da UE se mostraram determinados em evitar o protecionismo. Eles querem que o mercado interno continue funcionando e os países não tomem iniciativas isoladas. E é bom mesmo que seja assim. Afinal, diante da atual situação econômica, a UE logo estaria nas últimas, se o mercado interno deixasse de funcionar.

Os países europeus também concordaram em regular e inspecionar mais os bancos. Deverá haver maior coordenação entre pacotes de salvação e programas conjunturais. Também se definiu com mais clareza um posicionamento em relação aos títulos sem valor, denominados “venenosos”, nos bancos europeus. Para tal, deverá haver padrões unificados. O endividamento do Estado deve ser mantido sob controle apesar de todos os dispendiosos programas.

Uma unidade como essa seria impensável há poucos meses. O poder do factual, ou seja, a crise obriga os europeus a agir.

Agora, tudo depende de os europeus se posicionarem com determinação na cúpula dos vinte principais agentes econômicos mundiais, no dia 2 de abril, em Londres. Afinal, em comparação com os problemas mundiais, as dificuldades financeiras de alguns países europeus se relativizam. A Europa precisa se manter à altura na concorrência com outras regiões do mundo.

A cúpula convocada espontaneamente em Bruxelas mostrou que os pequenos países-membros da UE pretendem defender o seu. O evento foi uma resposta ao encontro preparatório do G20, que se realizou na semana passada, em Berlim, contando somente com a participação dos países grandes da UE.

No entanto, não é uma boa hora para as nações da União Europeia se indisporem entre si. A crise é séria demais para elas se darem a tal luxo.

O jornalista Bernd Riegert é chefe da sucursal da Deutsche Welle em Bruxelas.

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