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Comissão retoma debate pelos direitos dos imigrantes senegaleses

RedaçãoPor Redação27 de fevereiro de 20185 Mins Leitura
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A Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Defesa do Consumidor (Codir) reuniu-se na tarde de segunda-feira, 26 de fevereiro, com ativistas sociais e o presidente da Associação dos Senegaleses de São Leopoldo e Novo Hamburgo, Massamba Mbengue, para retomar as tratativas em prol da criação de políticas públicas de acolhimento ao imigrante. O objetivo da iniciativa é possibilitar a inserção na sociedade e no mercado de trabalho e estabelecer uma dinâmica para casos futuros. O presidente da Codir, vereador Enio Brizola (PT), relembrou que o assunto já foi pauta de sessão em julho de 2017, quando foi cobrada uma posição proativa de acolhimento por parte do Executivo. O relator Professor Issur Koch (PP) frisou a ausência de uma agenda propositiva e de um projeto que permita a absorção dessa mão de obra pelo mercado formal de trabalho. Mbengue agradeceu o convite e destacou que os imigrantes seguem enfrentando os mesmos entraves impostos pelo poder público.

“A maioria dos senegaleses costuma trabalhar com vendas, mas isso nos foi tirado pela Prefeitura. Muitos foram agora para o Litoral, querem voltar, mas não sabem se poderão trabalhar na cidade que conheceram e onde viveram. A única forma que eles têm para pagar suas contas é através das vendas. Sentimos que estão nos expulsando desta cidade. Queremos uma solução para que possamos conseguir a volta das nossas atividades”, explicou. Segundo ele, cerca de 50 senegaleses moram hoje em Novo Hamburgo, sendo que os primeiros chegaram em 2014. Ativista ligado ao movimento negro, Eduardo Tamborero salientou a disparidade de tratamento destinado aos imigrantes de origem africana de pessoas vindas de países europeus. Coordenador de Políticas Públicas para Promoção da Igualdade Racial em 2014, ele lembrou a primeira abordagem aos senegaleses. “Criamos uma série de ações para providenciar documentos e fizemos uma ação para a contratação deles por empresas, mas houve muitos casos de desrespeito ao trabalhador. Chegamos à conclusão de criar uma defesa de práticas que eles tinham lá em Senegal, como a venda de mercadorias”, recordou.

“Nossa grande preocupação hoje é com a violação de direitos desses imigrantes, tanto senegaleses quanto haitianos, o que não ocorre com pessoas vindas de outros países. Há depoimentos de vários senegaleses que foram proibidos de usarem seus dialetos dentro das dependências da Prefeitura, em razão de não saberem o que falam. Estamos vivendo uma xenofobia em Novo Hamburgo, uma cidade toda formada por imigrantes. Há relatos de que o Centro chegou a se tornar um ambiente de guerra”, completou. Tamborero sugeriu o desenvolvimento de uma política municipal também para intermediar o processo de locação de imóveis, fortalecendo o direito à moradia e impedindo a tendência à favelização.

O jornalista Alex Glaser expôs preocupação com o tensionamento causado pela Prefeitura. “Temos outros vendedores ambulantes em Novo Hamburgo que não recebem o mesmo tratamento dado aos imigrantes senegaleses por argumentos falhos. A Prefeitura está fomentando um pensamento racista e xenófobo. Entendo que, se a sociedade não se mobiliza, esta comissão precisa tomar essa linha de frente”, propôs.

A advogada Gabriela Piardi contou que, após a participação dos imigrantes na sessão em julho, foi formado um grupo de apoio aos senegaleses. “Tentamos realizar brechó solidário em nome da associação e até agora não recebemos resposta. Existe uma diferenciação de tratamento. Minha sugestão é que tratemos como uma questão de ofensa aos direitos humanos e ao princípio da dignidade humana. Precisamos buscar também outras instituições capazes de nos auxiliar. A solução do problema é a instituição de políticas públicas de acolhimento”, afirmou. A comissão se comprometeu a agendar reunião junto à Defensoria Pública do Estado. “Que possamos criar um diálogo ampliado, até para conhecermos a realidade de outros municípios”, ratificou Brizola. Política permanente de acolhimento

 

Issur Koch sugeriu a criação de uma política pública de acolhimento que possa ser estendida para casos futuros. “A Prefeitura deveria ter um mecanismo regrado que valha para toda e qualquer etnia”, opinou. O professor Gilberto Abrão, que também acompanhou a reunião, salientou a hipocrisia de um município fundado por imigrantes e seus descendentes ser tão hostil a novos povos. “Comerciantes afirmam que os imigrantes formam uma concorrência ilegal, mas eles não estão no mesmo nicho mercadológico. E são pessoas educadas, muitas com formação superior, e que são benquistas por boa parte da população. O que vemos são atos de racismo e xenofobia camuflados de defesa do comércio local. Assim como foram recebidos imigrantes no passado, por que não recebê-los da mesma forma?”, questionou.

Brizola frisou que apenas os senegaleses foram impedidos de comercializar produtos na área central da cidade, enquanto outros ambulantes locais seguem com suas vendas normalmente. O parlamentar enfatizou, no entanto, que a maioria da população discorda da abordagem utilizada. “De cada 10 pessoas que se manifestavam pelas redes sociais, oito eram contrárias à retirada dos imigrantes. Precisamos levar essa temática ao Executivo. Poderíamos dialogar com a economia solidária e com o mercado formal de trabalho”, complementou.

Issur também sugeriu a implementação de um mecanismo de reconhecimento a empresas que contratem imigrantes. “Um projeto de lei nesse sentido ajudaria até para ampliarmos o diálogo e pautarmos o assunto junto à sociedade”, acrescentou. “Mas precisamos trabalhar a questão de que os imigrantes têm os mesmos direitos trabalhistas que qualquer cidadão natural da nossa cidade. Não é uma questão de agregar marketing social, mas respeitar os direitos”, concluiu Brizola. A Codir solicitou à Prefeitura mais informações a respeito do acolhimento realizado, a partir de cujas respostas serão providenciados novos encaminhamentos.

Fotos: Thanise Melo/CMNH

senegaleses
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