
Autoridades e lideranças ligadas ao Pensando Novo Hamburgo e a secretaria municipal de Saúde e aos órgãos de segurança prometem ações mais fortes no combate ao vício do crack
O Grupo Pensando Novo Hamburgo e a Secretaria Municipal de Saúde reuniram profissionais e lideranças hamburguenses, na sede da CDL, para começar a traçar estratégias para auxiliar as pessoas viciadas em crack e que tenham interesse em sair do vício e encontrar outras alternativas para suas vidas.
Conforme o coordenador do Pensando Novo, Plácido Crescente, entre as primeiras ações está a abertura de novos espaços para o debate envolvendo as entidades afins e o planejamento deste trabalho começará a ser realizado no próximo dia 13 de maio, às 8h30min, na CDL, quando ocorre uma nova reunião, desta vez já envolverá um grupo de trabalho, com menos pessoas.
A secretária de Saúde Clarita de Souza elogiou a iniciativa do grupo Pensando Novo Hamburgo em reunir a comunidade para debater este grave problema de saúde – o vício do crack. Ela lembrou que o Rio Grande do Sul tem em torno de 50 mil pessoas dependentes desta droga. Estimativas, segundo Clarita, indicam ainda que o estado perde diariamente em torno de 6 pessoas que morrem vitimadas por tal droga. E Novo Hamburgo está incluído neste cenário estadual.
Para o tenente-coronel José Paulo Silva da Silva, comandante do 3º Batalhão de Policiamento Militar de Novo Hamburgo, o vício do crack é um problema social e que atinge principalmente os jovens, mas que representa um problema de segurança local e que merece uma atenção toda especial da equipe da Brigada Militar. Destaca que sempre houve um atendimento especial neste sentido e que ele continuará sendo enfrentado.
Já o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo, Leonardo Silveira, a cidade precisa criar um cenário novo, bem como, uma nova cultura onde a sociedade valorize mais o ser humano e as ações saudáveis. Para ele é preciso que ocorra mais integração entre o setor público e a iniciativa privada objetivando construir uma sociedade mais humanizada e que valorize a família.
