A assessoria de imprensa dos Correios alega que o aumento não é decorrente da greve e sim dos custos que se elevaram com a inflação
Está autorizado pelo Ministério da Fazenda que os serviços postais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) sofram um reajuste de até 17,6%. A decisão já tomada na quarta-feira, 23, para entrar em vigor ainda depende da portaria do Ministério das Comunicações.
Para as cartas de primeiro porte, com até 20 gramas, o reajuste autorizado deve ficar em 7,9%, mas se a mesma correspondência for destinada à Europa, o valor deve sofrer o aumento de 17,6%.
A assessoria dos Correios garante que mesmo que o reajuste tenha sido anunciado um dia após o fim da greve dos carteiros, o aumento das tarifas não deve ser vinculado aos benefícios concedidos a esses profissionais. A assessoria ainda lembrou, que os serviços não sofriam reajustes desde março de 2007, e devido à inflação, o custo com combustível, aluguéis e outros gastos, também subiram e isso deve ser levado em consideração.
