Hoje faz um ano do desastre com um Airbus A320 da TAM em São Paulo, que vitimou 199 cidadãos, no aeroporto Congonhas, entre eles muitos gaúchos, e até hamburguenses.
Um ato ecumênico às 18h30min desta quinta-feira, dia 17, nas proximidades da cabeceira da pista do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, mais especificamente no terreno onde existia o prédio da empresa Tam Express marcará a passagem do primeiro ano do acidente do vôo TAM 3054 que fazia nesta mesma data e horário uma conexão aérea entre Porto e São Paulo.
Aqui em Novo Hamburgo, haverá uma missa na Catedral São Luis, às 18h30min e as 19h30min, na Igreja Piedade de Hamburgo Velho, especialmente solicitada por familiares da comissária hamburguense, Madalena Silva, mas também destinada a todos os familiares e amigos das demais vítimas do acidente da TAM.
Tornou-se conhecido pelo vôo do dia 17 de julho de 2007, operado pela aeronave Airbus A320 prefixo PR-MBK da companhia brasileira TAM Linhas Aéreas, que chocou-se contra um prédio da empresa TAM Express situado nas proximidades da cabeceira da pista do Aeroporto de Congonhas, do lado oposto da avenida Washington Luís.
A bordo do avião acidentado estavam 187 pessoas e o acidente acabou vitimando mais 12 cidadãos no solo. Os dados indicam que haviam naquele vôo fatídico 181 passageiros, 19 dos quais eram funcionários da TAM, e seis membros da tripulação. Todas as pessoas a bordo da aeronave morreram na colisão, e, incluindo as pessoas que não estavam a bordo, o número total de vítimas fatais do acidente foi 199 pessoas. Um detalhe: haviam duas mães que estavam grávidas.
Causas ainda sob investição
O acidente trouxe grandes conseqüências para a aviação do Brasil, agravando ainda mais a crise no setor aéreo do país. Medidas tomadas pelo governo federal fizeram com que o Aeroporto de Congonhas deixasse de ser o mais movimentado do país e passasse a operar somente como terminal direto de vôos, deixando de realizar a distribuição destes. O 3054 foi o pior acidente aéreo da história da América Latina.
