O ex-prefeito de Novo Hamburgo iniciou a vida política em 1955 e mesmo nos anos que não esteve em cargos políticos, foi representativo na cidade
Atalíbio Antônio Foscarini, natural do distrito de Padilha, em Taquara, onde iniciou sua vida política em 1955, como subprefeito do distrito. Na mesma década, atuou na Serra Gaúcha, em Gramado, como secretário municipal e também como vereador.
Em 1964 com o início da ditadura militar, Atalíbio ficou 11 dias detido como preso político, e neste mesmo período, nasceu sua filha mais nova, Rosélia Foscarini, deixando-o decepcionado e disposto a abandonar a vida política.
No ano seguinte (1965) mudou-se para o Vale do Sinos, instalando-se em Novo Hamburgo. Atalíbio trabalhou em uma agência de veículos e foi gerente regional do Grupo Votorantim.
Voltou para a política em 1981, a convite do então prefeito de Novo Hamburgo, Eugênio Nelson Ritzel, e assumiu a Secretaria de Obras. Após um ano, elegeu-se pela primeira vez, prefeito do município com 14.517 votos, onde permaneceu até 1988.
Elegeu-se deputado estadual com 31.500 votos no ano de 1990, mas deixou a Assembléia Legislativa para concorrer novamente à prefeitura de Novo Hamburgo, onde foi eleito, com 64.518 votos e cumpriu seu mandato entre 1992 e 1996. Em 2000 ocupou seu último cargo político, sendo eleito vereador.
No final de 2007, Atalíbio Foscarini, foi condecorado no plenário do Legislativo com o título de cidadão hambuguense, por indicação do vereador Paulo Kopschina, pelo destacado trabalho realizado na cidade.
