Sobrecarga de atividades extraclasse e exigências desproporcionais às horas pagas prejudicam docentes, diz pesquisa.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
Os professores do ensino privado no Rio Grande do Sul estão estressados: 58,4% desta categoria vive sob tensão, segundo a docente do Departamento de Pós-graduação em Psicologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, Janine Kieling Monteiro.
A conclusão de que 28,4% dos entrevistados foram identificados com estresse foi apresentada nesta quinta-feira, dia 05. O estudo foi encomendado pela Federação dos Trabalhadores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul – Fetee/Sul e Sindicato dos Professores do Ensino Privado – Sinpro/RS. 16,8% dos docentes ouvidos foram identificados níveis da síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional.
Os trabalhos extraclasse que mais prejudicam os docentes são a preparação de aulas e provas, correções de provas e elaboração de pareceres e relatórios. Além disso, os participantes destacaram que existe uma exigência de atividades que não é proporcional ao número de horas pagas.
A pesquisa foi realizada com 202 docentes dos ensinos infantil, fundamental, médio e superior de outubro de 2011 a janeiro deste ano, em Porto Alegre, região Metropolitana, Santa Maria, Passo Fundo e Caxias do Sul.
Informações de Correio do Povo
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