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Cultura – 100 anos do nascimento de Carmen Miranda

EditorPor Editor9 de fevereiro de 20094 Mins Leitura
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O Museu Carmen Miranda, no RJ, centraliza as apresentações, nesta segunda-feira, dia 9, dia do centenário do nascimento da cantora

Na segunda-feira, dia 09, data em que se comemora o centenário de Carmen Miranda, o Império Serrano se apresenta no Museu Carmen Miranda. O intérprete Gonzaguinha, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Diego Machado e Jacqueline Gomes, a bateria, sob a regência de Mestre Átila, e passistas da escola prestarão homenagem com exibição ao som do samba-enredo “Alô, alô, taí Carmen Miranda”, que rendeu dois títulos à verde-e-branca.

A abertura do evento, às 17h, ficará a cargo de Carmem Guimarães, sobrinha da cantora e atriz luso-brasileira. O escritor Ruy Castro, o governador Sérgio Cabral e a secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes, também discursam antes do lançamento da medalha comemorativa dos 100 anos de Carmen Miranda.

Ainda na ocasião será inaugurada a exposição Carmen Miranda – Notável para sempre”. As atrações, a exceção da exposição, serão realizadas numa tenda no Parque do Flamengo, ao lado do museu situado na Praia do Flamengo, em frente ao número 560 da Avenida Rui Barbosa.

Breve história

Carmen Miranda nasceu Maria do Carmo Miranda da Cunha, na aldeia Várzea da Ovelha, em Marco de Canaveses, no dia 9 de Fevereiro de 1909.

Com apenas um ano de idade mudou-se para o Brasil com a família, que desembarcou no Rio de Janeiro, tal como aconteceu com milhares de emigrantes que, no início do século passado, fizeram da então capital do Brasil a segunda maior cidade portuguesa do mundo.

Maria do Carmo, que passou a ser chamada de Carmen pelo pai, um apaixonado por óperas, começou a trabalhar cedo numa loja de chapéus.

Conta-se que ela perdeu o primeiro emprego porque cantava muito durante o trabalho. Gostava tanto de cantar que costumava apresentar-se em festas e nas casas de conhecidos.

Foi numa destas reuniões que seu talento foi descoberto. Mas, além de talento, Carmen Miranda teve a sorte de ser a mulher certa no momento certo.

A rádio começava a tornar-se um veículo de massa no Brasil, surgiam os primeiros compositores de samba, e a música popular brasileira, até então menosprezada pela elite, conquistava seu espaço.

O primeiro sucesso de Carmen Miranda foi a gravação da marchinha de carnaval “Pra você gostar de mim”, em 1928. A partir daí, não parou mais.

No final da década de 30, ela vestiu-se de baiana a para interpretar a canção “O que é que a baiana tem?”, do então iniciante compositor Dorival Caymmi. Estava criada a imagem que consagrou Carmen Miranda.

Num de seus shows no Casino da Urca, no Rio de Janeiro, chamou a atenção do empresário norte-americano Lee Schubert, na época muito influente nos teatros de Nova Iorque.

Foi convidada para apresentar-se na Broadway e, mesmo cantando em português, conquistou os americanos.

Fez sucesso nos Estados Unidos e deixou ressentimentos no Brasil. Foi chamada, por alguns jornalistas, de ingrata e “americanizada”, mas nunca perdeu o amor dos fãs brasileiros, que se orgulhavam do sucesso da artista que protagonizou 13 filmes em Hollywood. Em todos eles Carmen Miranda sempre dizia algumas frases ou cantava alguma música em português.

Ela carimbou seus pés na calçada da fama, mas sua vida não foi só glamour.

Carmen Miranda casou-se com o americano David Sebastian, que se tornou seu empresário.

Problemas no casamento e a enorme pressão do trabalho deixaram-na dependente dos barbitúricos, que ela misturava com álcool e tabaco.

O coração da cantora que era chamada de “a pequena notável” não aguentou: parou de bater numa noite de 5 de agosto de 1955. Ela morreu em seu quarto, numa mansão de Beverly Hills, depois de um jantar onde teria cantado para a mãe e um grupo de amigos.

Carmen Miranda foi uma cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos entre as décadas de 1930 a 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Chegou a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. Seu estilo eclético faz com que seja considerada precursora do tropicalismo, movimento cultural brasileiro surgido no final da década de 1960.

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