As exportações do Estado registraram, em novembro US$ 1,1 bilhão, atingindo 7,60% do total de US$ 14,8 bilhões do País. Com esse resultado, o Rio Grande do Sul alcançou a quarta posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo (28,49%), Rio de Janeiro (14,62%) e Minas Gerais (12,13%).
Em relação a novembro do ano anterior, o seu desempenho (-3,7%) ficou bem abaixo do nacional (5,0%). Esse resultado no Estado foi conseqüência do acréscimo (13,4%) nos preços em dólares e da queda (-15,0%) no volume físico exportado.
Destaca-se, na agropecuária, a redução de US$ 15,7 milhões nas exportações de grãos de soja. Na indústria de transformação, salientam-se o crescimento do volume físico exportado nos setores de têxteis (56,8%) e fumo (2,1%) e o decréscimo nos de couros e calçados (-25,1%), produtos alimentícios (-12,3%), produtos químicos (-17,8%), veículos (-18,8%), derivados do petróleo (-39,5%) e máquinas e equipamentos (-10,1%). Por países de destino, ressaltam-se o crescimento para a China (36,4%), Irã (398,7%) e Angola (102,4%) e a queda das mesmas para a Argentina (-20,4%), a Rússia (-44,1%), os Estados Unidos (-12,8%) e a Alemanha (-37,2%).
No acumulado de janeiro a novembro, as exportações atingiram US$ 17,2 bilhões, 9,37% do total de US$ 184,1 bilhões do País, levando o Estado à quarta posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo (28,81%), Minas Gerais (12,49%) e Rio de Janeiro (9,44%). As exportações estaduais registraram, nesse período, um desempenho (25,5%) inferior ao nacional (25,8%). O volume físico exportado pelo Estado registrou uma queda de 6,5%, enquanto os preços apresentaram um crescimento de 34,3%.
Destaca-se, na agropecuária, o aumento de US$ 195,8 milhões nas exportações de trigo. Na indústria de transformação, distingue-se o crescimento nos setores de produtos alimentícios (6,5%), máquinas e equipamentos (14,7%) e veículos (5,8%). Salientam-se negativamente os setores de couros e calçados (-18,1%), derivados do petróleo (-49,2%) e produtos químicos (-11,8%). Os países que mais elevaram suas compras do Estado, no período, foram os Estados Unidos (40,6%) e a China (35,0%).
