De abril agora a inauguração foi protelada para julho e mais uma vez a comunidade fica no prejuízo
A secretária de Saúde Suzana Ambros Pereira mais uma vez protela o anuncio da inauguração da Farmácia Popular em Novo Hamburgo e agora anuncia que a reforma do prédio só deverá ser concluída em julho e não mais em abril como estava previsto incialmente, como o leitor pode conferir em reportagem publicada pelo portal em 09 de janeiro.
A pergunta que muitos cidadãos estão fazendo diz respeito a aplicação que está sendo feita dos R$ 50 mil reais que o governo Federal depositou na conta do município de Novo Hamburgo, em Novembro de 2007? Muitos acreditam que esteja sendo bem aplicado e tendo os devidos rendimentos, porque basta a comunidade que está no prejuízo e pagando mais caro na hora de comprar alguns de seus medicamentos de uso contínuo.
Conforme a assessoria de imprensa da prefeitura, a secretária Suzana informa que ainda está na fase de licitação, o processo de definição da empresa que fará a reforma do prédio na rua Lima e Silva, 421, onde antigamente funcionava a Caixa Estadual. O prédio está sendo cedido ao município pelo governo do Estado. A secretária ainda não comentou quem pagará as despesas da reforma, considerando que está ocorrendo uma permuta – já que o município cederá em troca para o estado o prédio da antiga prefeitura, nas proximidades da praça da Bandeira.
A secretária informa que pelo menos o layout a ser aplicado no prédio da Lima e Silva já está aprovado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão do Ministério da Saúde que gerencia o programa, e a verba disponibilizada.
Segundo a diretora Administrativa da Semsa, Luciane Lutz, a Farmácia Popular do Brasil funcionará com recursos humanos da Prefeitura pagos com o repasse mensal do Ministério da Saúde de R$ 10 mil. Essa verba será utilizada ainda para a compra do material de expediente e insumos (telefone, água, energia elétrica, entre outros). Caberá à Fiocruz a aquisição dos medicamentos de laboratórios farmacêuticos públicos ou do setor privado, quando necessário, e disponibilizá-los nas Farmácias Populares a baixo custo.
