Senti de perto o poder do elogio. O peito estufa, a auto-estima vai lá para o alto, a sensação de bem estar é enorme. Ficamos leves como uma pluma, o sorriso aparece, e sentimos vontade de fazer mais, de produzir, de agradar.
Na última coluna, “A escolha é sua”, amigos, parentes e até pessoas que nem imaginava que teriam lido, me presentearam com o elogio. Um texto simples, mas verdadeiro, básico, onde coloquei o que realmente sentia. Uma amiga me abraçou e disse: “Eu também escolhi ser feliz”. Minha irmã, cuja opinião respeito muito, me parabenizou. O artista com quem trabalho achou o texto a minha cara. E receber elogio de marido e filha, quer coisa melhor?
Poderia ter ficado com este comentário guardado comigo. Mas por quê? Adoro compartilhar o que sinto. O que quero deixar registrado é: Um elogio faz bem.
O que não podemos deixar acontecer, porém, é que o elogio se torne freqüente demais, pois isso pode anular o seu valor. Observo quando crianças realizam suas “obras de arte”. Como observadora, elogio, mas um elogio verdadeiro.
O elogio varia de criança para criança: existem as mais tímidas, que necessitam de mais elogios para incentivo, assim como aquelas mais descontraídas, que através do entusiasmo espontâneo notamos quando devemos elogiar.
E os nossos filhos? Tenho três, uma adulta, um pré-adolescente e uma menininha. Idades diferentes, elogios diferentes, desde a simples tarefa de lavar um prato, arrumar a cama, até a aprovação numa prova do consulado Japonês. Elogios diferentes, mas o valor para quem recebe, é quase o mesmo. Com sentimento de auto realização, de bem estar, dever cumprido.
E o adulto como fica? Ele também sente-se bem com um elogio.Eu adoro elogiar e sou sincera. Além de fazer bem aos outros, sinto um prazer enorme. Então, o que está esperando? Faça uma experiência. Elogie com sinceridade. O bem estar é enorme, para ambos os lados.
Vá em frente!!!
E obrigada, adoro um elogio…
