Diretor de Políticas Públicas da empresa descartou a possibilidade de que acesso a conteúdo analisado servisse para redirecionar anúncios.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
Mesmo que o Google tenha sido acusado de acessar o conteúdo dos e-mails para direcionar anúncios aos usuários, o diretor de Políticas Públicas da sede brasileira da empresa, Marcel Leonardi descarta essa possibilidade. Em comunicado feito nesta quinta-feira, 15, ele disse que empresa “processa” as informações trocadas por seu serviço de e-mail, o Gmail, mas que não faz coleta de dados.
“É um argumento jurídico para esclarecer: ‘Olha, você envia mensagens para pessoa que tem Gmail. Você não pode esperar que o Google não vá processar essa informação, porque, se não processar, como o Google vai entregar a mensagem para esse destinatário?”, argumentou.
Leonardi foi ao Senado para participar de audiência pública junto de representantes da Microsoft e do Facebook no Brasil. Ambos foram convidados a prestar esclarecimentos sobre a denúncia de que empresas de tecnologia teriam ajudado em um esquema de espionagem feito pelos Estados Unidos que controlou telefonema e e-mails dos brasileiros.
Na última quarta-feira, dia 14, a imprensa internacional divulgou que o Google admitiu à Justiça dos Estados Unidos que os usuários do Gmail não possuem expectativa de que os e-mails encaminhados e recebidos sejam confidenciais.
Informações de Portal G1
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