Lojas da cidade chegaram a registrar um aumento de até 35% nas vendas de climatizadores e de roupas quentes neste ano comparado com o 2012.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
Mesmo que na última semana os termômetros chegaram a marcar 20ºC em algumas partes do Rio Grande do Sul em pleno inverno, as vendas na estação mais fria do ano foram bastante satisfatórias. Pelo menos foi esse o veredito de alguns lojistas de Novo Hamburgo na área de vestuário e também de eletrodomésticos.
Estampadas nas vitrines na maioria das vezes em que as temperaturas estão mais baixas, as roupas quentes estão tendo grande procura neste ano. Segundo o gerente das Lojas Pompeia, Joel da Silva, a busca pelos produtos está bem elevada, principalmente comparada com o ano passado “Em 2012 foi bem complicado, praticamente não teve frio. Já este ano os estoques estão praticamente zerados”, explica. Silva acrescentou que as vendas chegaram a ser 20% maiores comparada com o ano passado, montante que não inclui ainda o mês de julho.
Outro estabelecimento hamburguense do ramo que vem atingindo suas metas é a Sino Modas. Em relação ao ano passado foi registrada uma elevação de 5% nas vendas, quantia alavancada principalmente pelas semanas de frio, porém, houve registro de uma pequena oscilação “Até semana passada estava melhor, que estava mais frio. Essa semana até que deu uma baixada”, comenta a gerente Neiva Meyrer.
Servindo de exemplo de que a busca para se aquecer no inverno não se resume apenas em usar roupas grossas, as vendas de climatizadores também apresentaram crescimento. Conforme relata William Pinheiro Nunes, gerente das Lojas Benoit “quase nem tem mais aquecedores [na loja] e o estoque já está negativo”. Parte disso se deve a um aumento de 35% das vendas do eletrodoméstico, o que seguiu com o esperado, conforme relata. Já o gerente da Lojas Colombo de Novo Hamburgo, João De Paula, destaca a diferença das vendas comparada com outras épocas do ano, mas diz que o inverno de 2013 está gerando grande procura por aquecedores “só as compras deles estão de 20% até 30% maior do que 2012”, afirma.
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